A trilha Sul do Bonilha - AltaMontanha.com - Portal de Montanhismo, Escalada e Aventuras
Jorge Soto

A trilha Sul do Bonilha


Aventura de:

Depois de percorrer tds os caminhos possíveis (e impossíveis) do Pq Municipal do Pedroso, cá estou na minha 5ª visitação a este verdejante recanto de Santo André descobrindo mais um. Desta vez retomamos o clássico roteiro de abauladas cristas que integram este belo lugar, emendando outro acesso ao Pico do Bonilha, pto culminante do ABC, passando pelas nascentes do córrego q emprestam seu nome à unidade de conservação. Picada esta de acesso pelo sul q evita tanto a propriedade particular em q se situa o pico como as comunidades barras-pesadas q o bordejam a oeste. Rolezinho semi-urbanóide de meio-dia q proporciona amplas vistas, bem munido de água e ideal pra alguém q, como eu, dispõe de pouco tempo mas não abre mão de desenferrujar as juntas num ambiente natureba próximo a urbe.

O sol brilhava forte sobre nossas cabeças ao saltar do busuca no asfalto escaldante da Estrada do Pedroso, as 10hrs. Ali, descíamos eu e uma amiga de Ribeirão Pires, a Telma, q por sua vez levou uma galerinha oriunda de cantos diversos da cidade, Mara e Alexandre. Em tempo, pelo fato de ainda estar bastante desgastado por conta dum perrengaço - dias antes, na Serra de Bertioga – q optei naquele dia por um rolê mais tranqüilo, breve e q não demandasse maior deslocamento, uma vez q ultimamente os translados pra Mogi das Cruzes pela CPTM estão dando nos nervos por conta das obras na linha. Isso, logicamente, abriu margem p/ o bate-volta da vez pudesse agregar “novatos e iniciantes” no quesito mato.
 
Pois bem, mal pisamos no chão, ajeitamos as mochilas de ataque e nos pirulitamos parque adentro, ignorando a portaria principal e optando pela entrada q dá acesso ao Jd Japonês, cruzando uma tal de “Ponte da Amizade”. Como td mundo nunca tinha ouvido falar daquele parque q tivemos uma breve visitinha a esse tal Jd Japonês, q parece uma copia reduzida do bairro da Liberdade (com direito ate a pórtico oriental!) e basicamente celebra o centenário da colonização nipônica em terras tupiniquins. Ah, e como o rolezinho era breve e curto, optei por realizá-lo sem pressa alguma, uma vez q a idéia era curtir o lugar e não fazer uma corrida de aventura.
 
Após uns cliques tomamos a vereda calçada q vai em direção ao campo de futebol, rumo oeste, onde aponto pro recorte silhuetado do Morro da Torre, q divide o verde do Pedroso com os tons azul-claro do firmamento. “É pra lá q nós vamos!”, falei pro pessoal, q ficou boquiaberto com a “altura” do troço e deve ter se questionado se estava a altura daquela “missão”. No final do campinho é q nos deparamos com uma corrente barrando acesso a uma precária e antiga via calçada, mas nada q um simples desvio ou salto não resolva. Esse é o caminho q nos levará á base do Morro da Torre, na verdade, uma antiga estrada q como boa parte das vias do pque, atualmente se encontra tomada parcialmente por mato por conta do desuso.
 
Contudo, qual minha  surpresa ao constatar o fato da supracitada via calçada ter sido cuidadosamente roçada e não oferecer percalço algum de ser transitada! Diferente da minha última visitação, onde o mato e brejo até a canela invadiam gde parte do percurso, encontro o caminho totalmente limpo e desimpedido de maiores obstáculos!  Bem, pelo menos desobstruído de mato pois ainda havia alguns trechos com brejo e charco, mas q foram astutamente contornados pela galerinha q me acompanhava. Dessa forma, agora os pés q palmilham este antigo calçamento de pedra ornado de lírios-do-brejo e marias-sem-vergonha, conseguem a rara façanha de se manterem secos até o final do percurso.
 
As 10:15hrs desembocamos na enorme clareira q outrora foi uma movimentada olaria, da qual restam apenas vestígios de fundações concretadas, onde paramos apenas pra apreciar a paisagem em volta e bater algumas fotenhas. O tom á nossa volta é predominantemente o verde da mata, da qual sempre destoam os tons rosados das onipresentes quaresmeiras. O tempo cada vez melhor nos presenteia com uma geral tanto do Morro da Torre (a oeste), o Morro do Pedroso (ao norte) e até a Segunda Estação, coroando um verdejante morro ao sul. O som de água correndo fartamente nalgum pto a nossa esquerda é presença constante. E não é pra menos, afinal estamos bem no meio daquela junção de vales, no centro daquele enorme anfiteatro natureba, onde td e qq vestígio do precioso liquido necessariamente é “afunilado” até ali. Ali, a Telma ficou encanada com a única presença humana q vimos em td trip, q na hora se traduziu em dois moleques dando um “tapa” na cannabis no canto esquerdo da clareira, a quem acenei cordialmente apenas num gesto típico de “boa vizinhança”.
 
Do descampado é preciso buscar a continuidade da trilha, q se encontra situada na extrema direita da clareira, discreta. Mergulhamos então no frescor da floresta úmida, enxugando a vegetação q obstrui este início de caminho, mas q a princípio torna a pernada desimpedida de modo geral. Uma vez na vereda não tem mais erro, já q percebo q a picada foi muito bem roçada após a entrada. Em questão de poucos minutos surge uma bifurcação onde o sentido a tomar é visivelmente o ramo da direita, rumo norte, mas eu adentro um pouco pela picada da esquerda apenas pra mostrar pro povo o último pto do precioso líquido, q no caso é um pequeno filete dágua escorrendo da junção do vale. “Ces tem água? Aqui é o último pto pra abastecer pois la no alto não vai ter nada!”, alerto o povo, q apenas consente aparentemente de q sabem se virar bem com o q tem.
 
Retornamos então a picada principal, agora sim começando a subir em meio a densa mata. Ganhando altura aos poucos, nossa rota começa a desviar aos poucos pro norte, indo em direção pro selado q interliga o Morro do Pedroso e o Morro da Torre. A subida aperta mais pro final, alternando o terreno do chão em degraus de terra e um emaranhado de raízes, ou até numa larga vala erodida repleta de limo e lisa feito sabão, o q não impede q a galerinha c/ pouco traquejo neste terreno não carimbe  o “quinto apoio” mais de uma vez. Neste último trecho é possível perceber o corte vertical na encosta, corroborando a suspeita de estarmos palmilhando uma antiga estrada.
 
Uma vez no selado, as 10:30hrs,  reparamos q ele q não apenas interliga montanhas, mas tb divide propriedades. Uma cerca saindo pela esquerda confirma isso, já q o Morro da Torre é divisa natural do Pq Pedroso com São Bernardo do Campo. Aqui abandonamos a trilha q percorríamos, pois ela invariavelmente desce pro outro lado da serra, pro norte, sentido Condomínio dos Manacás e pra Vila João Ramalho, no Bairro da Cata Preta. Imagens aéreas confirmam q por ali tb desembocaríamos nas proximidades dum lugar a atende pelo sugestivo nome de “Campos dos Drogados”. Ao invés disso, porém, tomamos o rastro q basicamente acompanha o cercado, morro acima, tocando pra sudoeste.
 
E assim vamos acompanhando a cerca morro acima, ganhando altura rapidamente e costurando a cerca ora dum lado ora doutro, conforme o caminho se mostra mais ou menos desimpedido de vegetação. Vara-mato? Quase nenhum. Os obstáculos  mesmo se traduzem nalguns troncos tombados mas é coisa de fácil transposição. Dessa forma, após beijar trocentas teias-de-aranha e enxugar voçorocas de samambaias, o mato diminui de tamanho pra finalmente emergir no aberto, onde os horizontes se ampliam. O zunido eletrostático q envolve uma gde estrutura metálica nos dá as boas-vindas ao alto do Morro da Torre, as 11hrs. Numa ampla clareira com vestígios de fogueira temos um breve pit-stop p/ retomada de fôlego e alguns goles de água. Daqui observamos td extensão verdejante do Pq Pedroso, podendo conferir td nosso trajeto desde o inicio: á leste temos a panorâmica  se estendendo desde a estrutura acizentada das ruínas da “Segunda Estação” coroando um morrote, passando pelas clareiras visitadas, a vereda calçada, o Pq Japonês e td crista do morrote q abriga a “Primeira Estação”, por sua vez oculta por eucaliptos perfilados; e a oeste temos a crista abaulada dos morrotes q nos restam até alcançar o Bonilha, q emerge dos demais imponentemente, no final da cadeia. Pausa pra fotos, muitas.
 
Pois bem, a partir daqui a navegação e puramente visual, o tempo esta mais q favorável e claro, não deixa duvidas com relação a q rumo tomar. Passamos então a acompanhar a crista abaulada serrana, sentido noroeste, seguindo tb os fios de alta tensão e a mesma cerca q nos guiava até então. A trilha tá bem batida, o terreno é abertamente descampado e qq capim mais alto é facilmente contornado. Ao cair na torre sgte q coroa o morrote na sequencia da crista, nossa rota desvia pro sul (acompanhando sempre a cerca) enqto as torres de alta tensão se perdem indefinidamente pro norte. 
 
Descemos então uma suave crista a oeste, cruzamos uma simpática florestinha, um marco coberto de musgo e logo estamos no fundo vale q coroa o selado interligando os morros. Uma clareira de acampamento e uma placa louvando Deus são sinais q fervorosos fieis não so batem cartão no Bonilha como tb pernoitam nos arredores. Um tronco ostentando “Deus é Fiel” riscado na superfície corrobora esta assertiva. O silencio é quebrado pelo alto tom duma promoção de mercado sendo anunciada no Jd Vila Rica , q nos lembra q o quadrante norte é td dominado pela horizontalidade geométrica do ABC.
 
Ao subir novamente pro morro sgte caímos numa trilha bem maior, e assim o caminho torna-se intuitivo pois daqui partem outras picadas menores noutras direções. De qq forma, é necessário tomar qq vereda q vá pro sul, contornando ou cruzando o morro no qual estamos pisando. O tempo vai passando e o calor começa a pegar forte, fazendo o ritmo da pernada diminuir, claro. Um calango tomando sol se surpreende com nossa presença e se pirulita colericamente matagal adentro, fazendo a Telma soltar um grito q deixa a pergunta de quem se assustou mais neste breve e efêmero encontro.
 
E assim desembocamos, mais acima, na base de duas torres de alta tensão doutra linha q corre paralela á anterior. Ao dar a volta do morro (oeste) temos uma bela vista de SBC, com muito capinzal dourado do morro contrastando com o cinza das construções logo abaixo, q parecem ser da Vila São Pedro, o Clube da Volks e a Favela da Biquinha. Cruzamos então uma agradável florestinha sombreada rumo sul e tocamos pra cima do morro a antecede o Bonilha, novamente acompanhando um cercado. No alto, largas clareiras permitem visual e até acampamento bem protegido, mas a gente prossegue pela vereda, q desce suavemente pra sudoeste em meio a florestinha. No caminho, um enorme cupinzeiro com feições “humanas” é motivo de vários cliques, embora a Telma prefira fugir deles depois q comentei q cupinzeiro é sinônimo de cobras..
 
Após descer cautelosamente um trecho onde a vereda se alarga recoberta de musgo terrivelmente liso, desembocamos numa precária estrada asfaltada q deve pertencer aos proprietários do terreno q abriga o Bonilha. O último lance de trilha é aberto, íngreme e com degraus sulcados na encosta, e não tarda ao suor escorrer pelo rosto em bicas, mas felizmente o vento soprando do sul ameniza a forte sensação de calor. Tds se separam uns dos outros, cada um subindo no seu ritmo. Eu na dianteira e a Telma quase atrás, tendo na rabeira, logo atrás, a Mara e Alex. Mas não há pressa alguma, pois o Bonilha não vai sair de onde está.
E assim, as 12:30hrs finalmente pisamos nos 986,5m do pto mais alto da Região do Grande ABC, o topo do Bonilha. O dia esta estupidamente limpo e claro, e a paisagem agora exibe uma panorâmica soberba de 360 graus de td entorno: São Bernardo do Campo domina td quadrante norte, além de parte de Sto André, Mauá, Diadema e Ribeirão Pires. Com esforço, até o Pico do Jaraguá. Mas é no virar de ombros, pro sul, q a paisagem muda radicalmente do cinza pro verde, com td restante de Mata Atlântica da Serra de Paranapiacaba, assim como o lampejo da Represa Billings, com seu largo espelho dágua refletindo o céu azul do meio-dia. No centro do pico existe uma base pequena de cimento q um dia sustentou uma enorme cruz mas q não existe mais. Por isso mesmo são justamente grupos religiosos os visitantes mais assíduos dali, assertiva corroborada pelo fato de haver no chão restos duma Biblia e algumas poucas oferendas.
 
Após mastigar umas barras de cereais, pão com mortadela, bebericar alguns goles do precioso liquido e bater muitas fotos, retomamos a pernada. Alias, água era problema pois estávamos com sede e o q havíamos levado se mostrou insuficiente devido ao calor sufocante q fazia naquele horário. Bem, como voltar pelo mesmo caminho naquelas ótimas condições de visibilidade tava fora de cogitação, dei uma xeretada no pedaço da carta q trazia, avaliei com a topografia apresentada á nossa volta e optei por apenas acompanhar um caminho sugerido pela carta, q visivelmente acompanhava a linha de alta tensão sentido sul. Era uma tal “Trilha Sul” q já havia visto anteriormente e havia ficado como pendência pra explorar.  Se fossemos sempre nessa direção fatalmente desembocaríamos no asfalto inicial da Estrada do Pedroso. Ou próximo dele. Só não queria retomar o trajeto de cristas q tomei da última vez rumo sudoeste, q me deixaram bem no miolo duma favela daqual so sai ileso por milagre.
 
Retornamos então pelo mesmo caminho até o colo serrano do Bonilha com os demais morros, mais precisamente onde está situada aquela estrada asfaltada acima mencionada, logo após a piramba lisa de musgo. Pois bem, a picada almejada está logo ali, ampla, bem batida e repleta de cascalho fino forrando parte deste trajeto inicial, nascendo da base do pico e bordejando-o pela esquerda. Não tem erro. Sendo assim tomamos a dita cuja e começamos a descer rumo sul, descendo suavemente através duma florestinha q abraça o flanco oeste do Bonilha pra depois seguir no aberto, com jardins de samambaias ornando ambos lados da picada e arranhando a pele desprovida de mangas mais longas. 
 
Mais adiante e deixando o Bonilha logo atrás, a vereda cruza um pequeno bosque de  eucaliptos pra depois prosseguir no mesmo compasso anterior, sempre perdendo suavemente altitude na direção sul. Mas não tarda pra picada, q até então era ampla e bem obvia, se estreitar ao pto de se transformar quase numa vala erodida. Não bastasse, ao emparelhar  num ombro serrano tomado por duas torres de alta tensão é q reparamos q agora nossa rota embica prum fundo e íngreme vale, onde temos uma noção do resto do trajeto ate o asfalto.
 
E tome piramba abaixo, onde a trilha-vala-ou-sei-lá-o-quê  desce a encosta abrupamente em largos ziguezagues, com alguns pequenos atalhos, desvios e uns troncos tombados no caminho. Por esta razão tratamos de sempre nos manter juntos de modo a td mundo ter o outro o mais próximo visível pra não sair da rota, embora em tese bastasse apenas acompanhar a via principal. Contudo, não bastasse a alta declividade deste trecho bem escorregadio - q demandou tanto uso de pernas como braços pra servir de apoio – o pior mesmo foi o sol  infernal daquele inicio de tarde naquele terreno desprovido de sombra, dando a impressão q o calor emanava do chão e fez deste simplório trecho da trip o mais desgastante.
 
Mas felizmente as 13:40hrs atingimos o fundo do vale, onde o som de água correndo – q já soava como musica aos nossos ouvidos durante a descida – materializou-se num correguinho cristalino e mais q bem-vindo, q refrescou nossas goelas secas e ávidas pelo precioso liquido como tb molhou rostos e pescoços fritando ao sol. Avaliando a carta, este  curso dágua corresponde a uma das nascentes do Corrego Pedroso, q depois circula ate formar o gde espelho dágua q o parque exibe na portaria principal. Após uns 5min ali naquele oportuno pto dágua  demos continuidade a pernada, agora com a trilha subindo a encosta oposta do vale. Mas agora não havia problema pois parece q o simples consumo de água nos revigorava novamente pra seguir a empreitada.
 
Uma vez no alto, a vereda começou a desviar das torres de alta tensão, indo na direção sudeste. Mas ainda assim optamos por acompanha-la pois de certa forma ia no pto desejado, além q ela outra vez mostrava-se ampla, larga e bem pisada. Mas não abandonamos somente as torres como tb os campos abertos. Mergulhamos novamente no frescor da floresta, onde a declividade aparentemente nivelou e se manteve sem gds variações de altura. Passamos um trecho de brejo, um espesso bambuzal e uma ultima floresta de eucaliptos, já quase tendo contato visual com os postes da estrada, nas janelas e frestas do arvoredo, e o som inconfundível de veículos transitando cada vez mais próximo.
 
E assim, as 14:15hrs desembocamos enfim na Estrada do Montanhão , q aqui se apresenta de terra batida e cercada de mato. Uma placa do Pque Pedroso proibindo a prática de “rituais religiosos” serve como referencia da entrada (no caso, saída) da trilha. Andamos o suficiente até encontrar um pto de ônibus, na esquina dum centro umbandista, e ali tomamos um microônibus numa viagem q lembrou os melhores momentos de Paris-Dakar em direção ao centro de São Bernardo, e dali outro coletivo em direção a Sto André. Lá nos enfurnamos num boteco próximo da estação da CPTM e bebemoramos nossa singela empreitada com muitos líquidos, principalmente cerveja. Menos mal, pois o calor abafado daquela tarde já anunciava uma tradicional chuva de verão, e um espesso negrume já cobria o firmamento de Sto André. Q chova então. Manda ver, São Pedro!
 
E dessa forma descompromissada e sem gdes pretensões  concluímos mais uma aventurinha pelos arredores do Pq Municipal do Pedroso. É possivel refazer o roteiro acima no sentido inverso, apenas atentando a logística de transporte á entrada da picada, na Estrada do Montanhão. Durante o caminho é possivel tb avistar varias ramificações no trajeto principal q provavelmente são acessos aos bairros q cercam esta bela unidade de conservação, mas estas são apenas suposições q podem ser confirmadas futuramente. Assim como discretas trilhas (um pouco mais fechadas) emendando varios atrativos do mesmo. Pronto, fica a dica. Dessa forma, o Pq Municipal do Pedroso terá muitas incursões futuras – minhas, pelo menos – já devidamente garantidas. 
 
 
Jorge Soto
http://www.brasilvertical.com.br/antigo/l_trek.html
http://jorgebeer.multiply.com/photos
 



Publicidade:


Publicidade

Publicidade