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Chuvas trágicas

Parque Nacional da Tijuca recebe verba para recuperação

Recursos para recupear local afetado por chuvas são do governo federal e prefeitura, &ldquo,Vamos transformar o Parna em modelo de parque para o Brasil, no menor espaço de tempo&ldquo,, diz ministra.

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O Parque Nacional (Parna) da Tijuca, no Rio de Janeiro, recebeu, nesta quinta-feira, 15, R$ 15 milhões para recuperação das áreas danificadas por causa dos deslizamentos provocados pelas fortes chuvas que atingiram o Estado. O anúncio foi feito pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Os recursos são do Governo Federal, que doou R$ 10 milhões, e da prefeitura do Rio de Janeiro, com mais R$ 5 milhões.

Segundo a ministra, o dinheiro será aplicado imediatamente na reconstrução do parque. "Vamos transformar o Parna em modelo de parque para o Brasil, no menor espaço de tempo", prometeu.

Na área, ocorreram cerca de 300 deslizamentos de terra. Em consequência dos estragos, o Parna da Tijuca, maior parque urbano do país, está fechado para visitação pública desde dia 12 deste mês. A ministra também apresentou um relatório feito pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio) com todos os danos sofridos pelo Parque depois das fortes chuvas que atingiram o Rio.

O Parque Nacional da Tijuca, criado em 1961, tem uma área de quase quatro mil hectares. Em 1991, foi elevado à condição de Reserva da Biosfera. Antes de receber o nome de Tijuca era conhecido como Parque Nacional do Rio de Janeiro. Fazem parte de sua estrutura a Floresta da Tijuca, onde está localizado o Corcovado (Cristo Redentor), e a Pedra da Gávea, entre outros.

Locais de escalada afetados pelas chuvas

Além do maciço da Tijuca, outros locais frequentados por montanhistas e escaladores sofreram com as chuvas que atingiram o Rio na semana passada.

O local que mais sofreu com desabamentos e erosão com a força da água, foi a falésia do Platô da Lagoa, localizado na proximidade da Lagoa Rodrigo de Freitas, próximo ao morro do Cantagalo.

Lá, blocos de rocha enormes perderam sustentação e rolaram, levando árvores e abrindo uma cicatriz enorme na paisagem. A trilha foi destruida e o platô quase não é mais um platô.

Outro local que foi afetado pela chuva com consequencias diretas para a escalada foi na Reserva Florestal do Grajaú, onde um bloco onde havia algumas linhas clássicas de boulder tombou, acabando com elas.

Por: Julia Baptista, adaptado pela redação AltaMontanha
Fotos: Loucos de Preda

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