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Acidentes distintos

Dois espanhóis falecem nos Andes

Um no Equador e outro no Peru. Espanhóis sofrem acidentes e falecem em escaladas andinas.

Fonte: Redação e EFE

Nesta semana dois espanhóis faleceram em escaladas nos Andes em acidentes diferentes. O primeiro deles foi Jairo Peña, 31, que escorregou ao escalar uma crista de gelo em uma parede de cerca de 50 metros de altura no Chimborazo vulcão, 6.310 metros de altitude no Equador.

Peña não estava encordado com o seu parceiro de escalada, o também espanhol Anton Fernando Garcia, 30. "Se eles estivessem encordados, hoje seriam dois corpos e não um. A montanha é traiçoeira e, às vezes os acidentes acontecem", disse um tio do montanhista falecido, Miguel Peña.

Miguel Peña esclareceu que ambos eram montanhistas experientes e tinha "absolutamente todo" o equipamento necessário, como piolets, crampons, mosquetões e cordas.

A Polícia equatoriana disse que, embora o espanhol tivesse roupas adequadas, faltavam a eles “equipamentos”, contradizendo as afirmações da família. Antes de irem para o Equador, os montanhistas estiveram três meses e meio na Venezuela, onde escalaram o Pico Bolívar e na Colômbia, onde escalaram montanhas do Parque Nacional Cocuy, Pão de Açúcar e Púlpito do Diabo.

Acidente no Peru

Além do acidente fatal de Peña no Equador, outro espanhol perdeu a vida escalando nos Andes, foi Miguel López de Sabando, de 41 anos.

Sabando estava escalando o Ausangate com um guia peruano, cujo nome não foi revelado. Os corpos estavam cobertos de neve a 5.600 metros de altitude. De acordo com a agência de notícias EFE, a causa do acidente foi uma avalanche. A mulher de Sabando escalava com ele quando ocorreu o acidente, mas ela sobreviveu.

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