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SERTÃO ZEN: BATE-VOLTA NO CERRADO GOIANO
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Encravada na Chapada dos Veadeiros (GO), porem fora dos limites do Pq Nacional, a jornada até a Cachu do Sertão Zen é um dos programas selvagens relativamente simples q, c/ bom tempo e senso de direção, pode ser realizada num dia corrido ou tranquilamente em 2, mas c/ pernoite no mato. De quase árduos 16km de extensão em meio à beleza do cerrado, burutis, sempre-vivas e velosias traçam o percurso sobre um mirante de onde se avista tb a extensão da chapada, ate alcançar o alto da imponente cachu, onde temos a nascente e a deslumbrante visão do Vale do Rio Macaco, alem dos enormes paredões de quartzito desta bela e exótica região do Planalto Central.

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Costa dos Coqueiros – De Arembepe à Mangue Seco – 7º e 8º dia
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7º DIA – CONDE, POÇAS, SIRIBINHA, COSTA AZUL. – Pra variar, acordei c/ o corpo moído + uma vez as 6hrs, aproveito pra enrolar e descansar + um pouco, alem de dar uma arrumação e ´faxina´ no interior da barraca, repleta de areia. Isso ate qdo os primeiros raios alcançam a lona, avisando q é hora de zarpar. O dia promete, e à leste um tênue arco-íris torna a paisagem mais encantadora.

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Costa dos Coqueiros – De Arembepe à Mangue Seco- 5º e 6º dia
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5º DIA – DE SUBAÚMA A BAIXIOS – Sexta acordei as 6 hrs, sob céu nublado claro e s/ vento algum. Após rápido café, tento secar a barraca, levanto acampamento e dou inicio à pernada daquela manhã. Embora a margem de chão seja ampla, há muita areia fofa misturada à molhada, dificultando aquele começo de dia, junte-se a isso o peso extra do equipamento molhado. Paciência tinha q aproveitar q não havia sol p/ render pernada naquela manha.

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Costa dos Coqueiros – De Arembepe à Mangue Seco – 3º e 4º dia
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3º DIA – DO LUXO DA PRAIA DO FORTE À RÚSTICA STO ANTONIO – Levantei antes do sol emergir no horizonte e parti por volta das 5:30, sentindo algumas dores musculares nas pernas, assim como um pouco queimado. A maré não tava tão baixa assim e normalmente sempre as primeiras hrs da manha eram razoavelmente difíceis de andar: numa faixa semi-estreita e misto de areia firme e fofa, q no decorrer da manha ia se alargando cada vez +. Ainda sim, o frescor daquele inicio de dia era bem + estimulante q o sol escaldante da tarde. A praia estava deserta, o sol saia timidamente porem razoavelmente encoberto, e não havia vento algum. Os coqueiros se sucedem no mesmo compasso q as poucas habitações, todas desertas, onde apenas siris e quero-queros reclamam da minha presença.

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Costa dos Coqueiros – De Arembepe à Mangue Seco – 1º e 2º dia
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Após quase um mês rodar o centro do país tava resoluto a fechar aquela longa trip c/ uma prainha básica de forma bem peculiar. Sempre desejei conhecer o litoral norte bahiano, a ´Costa dos Coqueiros´, na base da pernada, ate q enfim juntaram-se as condições básicas – pouca grana e tempo de sobra – já q o ´planejamento´ limitava-se ao conhecimento prévio adquirido na ´Costa do Descobrimento´ e uma certa dose de improviso. E lá fui encarar esta travessia, saindo de Arembepe (BA) e concluindo em Mangue Seco (SE), num trecho do litoral espremido entre o verde-esmeralda do mar e o cinza do asfalto da Linha Verde, rodovia ecológica q acompanha todo o trajeto. Esta árdua caminhada de quase 180km divididos em 8 dias revelou-se um achado atrás do outro, onde povoados primitivos de pescadores convivem lado a lado com luxuosos resorts. Td isso em meio à beleza de praias enormes e desertas, faixas intermináveis de coqueirais perfilados, tartarugas marinhas, rios, manguezais, lagoas e dunas. Muitas dunas.

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