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Pedra do Sino
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A Pedra do Sino é um dos principais atrativos do PN da Serra dos Órgãos. Ele foi criado um pouco depois de Itatiaia e de Iguaçu, os dois primeiros do Brasil. Dizem que este nome foi dado pelos colonizadores portugueses, que viam no perfil das suas montanhas semelhanças com os órgãos musicais da Europa, uma explicação meio estranha.

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Urubici
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A serra catarinense ainda é pouco conhecida e bastante preservada, com cânions deslumbrantes, campos de altitude de vistas longínquas e lindas cachoeiras. Experimente visitá-la e, se tiver tempo, fazer alguma travessia mais longa. É uma natureza delicada e diversa, que alia panoramas monumentais a detalhes pitorescos.

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Travessia Cascata – Águas da Prata
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Cascata é um pacato bairro rural que nasceu á margem da estação ferroviária homônima durante a expansão da E.F. Mogiana até Poços de Caldas. Situado na divisa de SP com MG, é deste lugar que parte (ou termina, como preferir) uma simpática caminhada por trilhos até Águas de Prata, 20kms ao sul. Um ferrotrekking com baixo desnível mas bastante cênico, pois bordeja as íngremes encostas da Serra do Monte Belo e da Serra do Paiol. Uma pernada bem tranquila de três dias que esticou ás quedas do Morro do Serrote, ás vistas deslumbrantes do Alto da Divisa e aos banhos refrescantes dos vales situados a margem desta histórica ferrovia.

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O que é um Vale?
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Acabo de comentar sobre o conceito de montanha, que não é assim tão simples e evidente. Escrevo agora sobre outro acidente geográfico: os vales. Se algum leitor for um competente geógrafo, talvez se decepcione pela ausência de belos termos como vale endorreico, fator antrópico ou geomorfologia. Como não sou nem geógrafo nem competente, procurei simplificar o texto para torná-lo legível.

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Pico Agudo em dois tempos
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A quase dez anos atrás tive o privilégio de conhecer o “Peá”, nome carinhoso pelo qual é conhecido o Pico Agudo (P.A), imponente elevação repleta de lendas situada nos arredores de Sapopema (PR). Naquela época o lugar era desconhecido e reduto exclusivo de trilheiros locais, onde alcançar o alto dos seus 1200m representava uma aventura que demandava logística e determinação devido a ausência de caminho oficial pro topo. Uma década se passou e muito mudou, já que o pico se tornou atrativo turístico de Sapopema. Por conta disso decidi revisitar o lugar afim de avaliar mudanças, boas e ruins, num relato que escancara os contrastes de dois tempos desta bela montanha que, a despeito de tudo isso, ainda nos brinda com uma das vistas mais lindas do Norte Pioneiro.

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História do mosquetão
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O mosquetão é um dos símbolos do montanhismo no Mundo e seu nome compõe o título do principal prêmio do montanhismo brasileiro – Mosquetão de Ouro, e incrivelmente a história da criação desse produto é desconhecida no meio montanhístico.

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A travessia do Voturuna
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A previsão de bom tempo destes últimos dias me animou a voltar num lugar que não pisava faz tempo, a Serra do Voturuna, situada a apenas 45 km de São Paulo. Bem disposto, decidi refazer um dos meus primeiros rolês por lá: A travessia longitudinal de seus quase 12 kms de extensão, de ponta a ponta. Na época, essa chinelada se limitou apenas à pura e simples caminhada pela cumieira principal, sem mais. Agora, com todo conhecimento acumulado desta respeitável elevação que já serviu de referência aos bandeirantes, emendei os atrativos de todo seu sinuoso e acidentado trajeto. Dessa forma a pernada prestigiou o cume do Morro Negro, o Mirante do Cânion, um refrescante tchibum no vale das Sete Quedas e até uma esticada á Gruta do Quilombo. Este é o relato fiel dessa aventurazinha de um dia cheio, de navegação facílima (porém puxada fisicamente) que teve início em Araçariguama e findou num cafundó de Santana do Parnaíba.