Resultados da busca: Agudo da Cotia (33)

Aventuras
1º Travessia Pico Paraná/Graciosa
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30 de abril de 1997- 1º dia
Eram 17:45h do dia 30 de abril de 1997, horário que eu saía de casa, e ia para a rodoferroviária, onde embarcaria às 19:00h com destino a Terra boa. Meu amigo Oséas estaria no trevo do Atuba esperando pelo ônibus, mas diferente das outras vezes, percebi que este não parou, apesar dos gestos das pessoas que o esperavam. Imaginei que deveria ser uma linha direta, e que meu amigo já tivesse ido com outro recém passado.

Colunistas
Travessia Ciririca-Graciosa_2009
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O Climatempo foi categórico: “Fique em casa, que é roubada“, o Simepar completava: “Nem pense, vocês vão sifu“ e os amigos que conhecem o buraco foram unânimes: “Tô fora, é fria“, mas o Jorge Soto e seu parceiro Carlos, “o Mamute“ faziam corinho: “Vamos, vamos, vamos em frente“.
Fotos: Jorge Soto e Carlos Filho

Aventuras
Travessia Ciririca – Rio Bonito
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O retorno do Ciririca pelo leito do Rio Bonito, apesar de não ser inédito, há muito andava esquecido até que o grupo composto pelo Serginho, Vinicius, Fabiano, Maurício e Ângela, depois de muitos desencontros acabaram por enfrentá-lo em quatro dias de penosa caminhada.

Colunistas
Serra Fina: Com saúde não teria graça
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As coisas estão caminhando lentamente. Dia 18 de setembro fiz juntamente com minhas irmãs o teste HLA no Hospital das Clínicas, teste este que nos dirá quanto temos de compatibilidade para fins de transplante de medula óssea. O resultado está pra sair e logo saberei meu futuro. Nesse meio tempo, me sentindo muito melhor, marquei com o amigo Flávio Varrichio uma investida para montanha, realmente ousada dadas as devidas circunstâncias, Serra Fina. Eu sei, não deveria ter ído pra lá, mas não suportava mais ficar em casa vendo outros amigos indo pra montanha, então fui pra lá tocar pra frente um projeto antigo. A companhia não poderia ter sido melhor.

Colunistas
Carnaval 40º
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Calor de 35ºC, sol a pino e as butucas voando alucinadas, zumbindo como abelhas, picando como escorpiões. Incontáveis, a cada tapa morriam seis. As roupas encharcadas e a face escorrendo suor. Descia da testa passando pelos olhos, salgando os lábios. Grandes gotas se desprendiam dos cabelos. As pernas estavam boas e a respiração compassada, mas sentia um profundo mal-estar, uma zoeira difusa apesar da visão ainda nítida. O Hilton foi o primeiro a perceber e me ofereceu uma barra melecada de cereais com chocolate derretido para repor o nível de açúcar no sangue. Foi o suficiente para alcançar o cume do Luar ao meio-dia do sábado de carnaval.

Aventuras
Ciri – Graciosa: A Serra Fina paranaense
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“Fazia tempo que aqueles belos exemplares de bromélias não deviam sentir o cheiro de gente. Cansado, c/ o corpo moído, lacerado e ofegante em meio àquela exuberante selva, galgar a ultima piramba ate o alto da Serra da Graciosa era apenas mais um obstáculo a ser vencido. O som de veículos aumenta conforme nossa aproximação e nos dá algum alento a apressar o passo, q castiga o chão úmido, repleto de folhas e lama. Logo ressurgiríamos na civilização marcada pelo asfalto, mas os momentos e impressões dos três últimos dias percorridos sob condições adversas naquele trecho intocado da Serra do Mar paranaense, representado por um labirinto de rios furiosos e arvores gigantescas, ainda permaneciam vivos demais pra adotar qq postura conformista.“