Corredora de 75 anos vai da Inglaterra até o Nepal a pé

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Em meio a tantas notícias ruins e medo, uma corredora britânica de 75 anos está em realizando um super viagem de Brighton (na Inglaterra) até Kathmandu (no Nepal) a pé. Rosie Swale Pope começou a viagem sozinha em julho de 2018, acompanhada apenas de um trenó e pretende vencer os 10.000 quilômetros de uma cidade a outra desta forma. O objetivo da mulher é arrecadar dinheiro para apoiar a PHASE Worldwide e seu trabalho de caridade no Nepal.

 

Rosie chegando na Turquia

Porém, essa não é a primeira grande aventura de Rosie. Ao longo de sua vida ela participou de inúmeras maratonas em diversos tipos de terreno. Assim, aos 57 anos, ela foi a primeira pessoa a dar a volta ao mundo carregando sua própria bagagem e sem nenhum apoio externo. Ela viajou por cerca de cinco anos e passou por 32 países . Na época o objetivo foi conscientizar a população mundial sobre o diagnóstico precoce de câncer e para arrecadar fundos para um orfanato na Rússia.

Atualmente, Rosie está atravessando a Turquia. Assim, a sua última localização da corredora foi registrada em Karadeniz no último dia seis. Entretanto, Rosie afirmou em entrevistas que é apaixonada pela corrida e por isso não sente vontade de parar. “A minha corrida tornou-se muito maior do que eu, tornou-se uma metáfora para a vida. Fez-me ver que tudo na vida é uma aventura e um milagre, quer seja correr através de uma geleira ou ferver água para fazer uma xícara de chá”, escreveu Rosie em seu livro Just a Little Run Around the World.

Apesar da idade Rosie apresenta muita força e coragem.

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Sobre o autor

Maruza Silvério

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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