Quais cédulas de dinheiro usar na Argentina e Chile?

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Estamos em pleno meio da temporada de montanha na Argentina e Chile, dois países com tradição em montanha e que atrai milhares de turistas todos os anos em busca de aventura. Mas se você está indo para um desses lugares fique esperto. É comum eles não aceitarem alguma cédulas de dólares, ou pagar um valor inferior ao preço de mercado por elas serem antigas.

 

Cédulas mais antigas podem não ser aceitas ou terem valor inferior.

Na hora de comprar ou alugar equipamentos, pagar hotéis, restaurantes e outros serviços as notas de dólares impressas antes de 1996 não são aceitas, apesar de valerem nos EUA. Isso acontece, pois os comerciantes tem medo de fraudes com notas falsificadas. Assim, a preferência no comercio argentino e chileno é sempre por notas impressas após esse ano que são conhecidas como “Carudas”. Ainda assim essas cédulas podem ser rejeitadas caso o número de série comece com CB ou D. Isso ocorre, pois há muitos registros de falsificação dessa impressão.

 

Impressão antiga não aceita na Argentina e Chile

Cédulas “carudas” aceitas conforme o número de série.

Então se você pretende escalar montanhas como o Aconcágua, Cerro Plata, Ojos Del Salado ou fazer os famosos trekkings dos Andes, o Circuito Torres Del Paine ou visitar o Atacama verifique as cédulas antes de viajar. E se decidir fazer o câmbio lá, não aceite as notas antigas.

Caso você já possua dólares impressos antes de 1996, aproveite viagens para os Estados Unidos da América para gastar ou troque diretamente em instituições financeiras dos EUA.

As cédulas mais recentes possuem mais tecnologias anti fraude.

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Sobre o autor

Maruza Silvério

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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