Após jovem ficar desaparecido no Pico Paraná, Parque fecha acessos secundários

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Com a repercussão do caso de Roberto Faria Tomaz, que permaneceu desaparecido por cinco dias na região do Pico Paraná, o Instituto Água e Terra (IAT) determinou o fechamento de um acesso secundário ao Parque Estadual Pico Paraná, utilizado pelo jovem e sua amiga no dia 31 de dezembro.

Cerca colocada para impedir acesso pela trilha não oficial. Foto: Divulgação Parque Estadual Pico Paraná

De acordo com a gestão do Parque, o local estava oficialmente fechado no momento em que Roberto e uma amiga iniciaram a trilha. Ainda assim, ambos conseguiram acessar a área sem qualquer interferência por meio de um caminho alternativo localizado em uma fazenda vizinha à portaria e à base do IAT.

Diante da situação, uma das medidas adotadas foi o fechamento desse acesso secundário, em acordo com o proprietário da Fazenda Pico Paraná. A orientação é para que visitantes utilizem exclusivamente a trilha principal e realizem o cadastro obrigatório antes de iniciar a subida à montanha. O proprietário e funcionários da fazenda deverão indicar a entrada oficial.

A gestão do Parque também divulgou um comunicado solicitando a colaboração de montanhistas e visitantes para que não utilizem caminhos alternativos ou não autorizados, reforçando a importância do cumprimento das normas de visitação.

“Informamos que realizamos o fechamento do acesso secundário do Parque Estadual Pico Paraná. Contamos com a colaboração de todos para respeitar as orientações e realizar o cadastro na base do Instituto Água e Terra (IAT). Ressaltamos que o preenchimento do cadastro na base do IAT é obrigatório e essencial para a segurança do visitante”, diz comunicado.

Orientação para os visitantes. Foto: Divulgação Parque Estadual Pico Paraná

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Sobre o autor

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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