Férias marcadas em cima da hora e poucas opções por conta da época do ano me fizeram pousar em Quito em 28 de dezembro de 2012, com um itinerário ambicioso pra um lugar com condições climáticas meio de lua.
Férias marcadas em cima da hora e poucas opções por conta da época do ano me fizeram pousar em Quito em 28 de dezembro de 2012, com um itinerário ambicioso pra um lugar com condições climáticas meio de lua.
28 de Junho de 2012, quinta-feira 16h Definitivamente o tempo melhorou, e todas as previsões marcam uma janela de bom tempo por pelo menos cinco dias. Converso pelo celular com o Sexta para partirmos neste mesmo dia, e ele concorda. Precisamos aproveitar ao máximo o tempo estável.
Previsão meteorológica desfavorável e tempo disponível reduzido foram os fatores q cunharam minha decisão de xeretar mais uma vez as veredas proibidas do PE Juquery, grata surpresa natureba q tive o prazer de conhecer tardiamente. Nesta 4ª visita deste belo e último remanescente de cerrado situado ao norte da Metrópole Paulistana, resolvi investir na direção oeste me valendo de poucas infos e carta topográfica. O final desta estória toda foi uma pernada breve, sussa e desprestensiosa, q terminou se mostrando tão cênica qto cultureba. Pernada q, em formato de U, teve inicio na portaria principal, galgou perpendicularmente o pque pela Trilha Leste, atingiu seu pto culminante e derivou pela vertente oeste desembocando nos limites do Hosp. Est. Franco da Rocha.
Fazia mais de 7 meses que não postava nada no blog, não andava muito animado com isso. Não sei se você vai ler tudo isso, também não me importo, mas se você gosta de FENDA, de história de montanha e conversa pra boi dormir, acho que vale a pena! Começou a temporada de inverno 2013 com o Filipe, Zig, Caramujo, Sapo, Bode, Tatu (eita bixarada!) escalando pela serra antes mesmo de o inverno começar oficialmente, e os caras vem abrindo cada via de deixar qualquer gringo de boca aberta, principalmente no Paredôn e na Serrinha. Eu não estava me encaixando até inicio de Junho, sem ir ao menos uma única vez pra serra. Era só resina e boulder na beira da praia, já não aguentava mais… claro que a escaladinha de 8 dias no Cipó no inicio do ano foi um espetáculo!
Desde q conheci o fabuloso Pq Municipal Pedroso irremediavelmente me via preso a breves roteiros q iam e voltavam pelo mesmo caminho, como o da Primeira Estação (ou Morro do Pedroso) e o Pico Bonilha. Vai, no máximo um breve circuito, como o das ruínas da Segunda Estação. Nesta 4ª visita a este bucólico recanto verde de Sto André resolvi investir numa curta travessia que fosse além do q é chamado de pto culminante do ABC. Disso resultou um programa semi-urbanóide de meio-dia q, na diagonal, rasga td extensão do parque se valendo exclusivamente de cumes e cristas. Rolezinho simples q inicia na portaria inicial e finda no outro extremo do Pedroso, 10km a sudoeste, na favel.. ops.. comunidade do Montanhão.
Guardando a seus pés a cidade de Mogi das Cruzes, a Serra do Itapety reina soberana derramando-se majestosamente de leste a oeste, recortando o horizonte com sua silhueta recoberta de verdejante mata secundaria. Entretanto, logo atrás do sentinela mogiano existe uma pequena crista paralela secundária q, menos farta de verde q a principal, é basicamente composta por vegetação arbustiva e detentora dum gde complexo granítico de enormes rochas, extensas lajes e incontáveis aderências ao largo de td sua extensão. Este conjunto rochoso recebe o nome informal de Vale das Pedras e é facilmente acessível pela picada principal q corta a serra de norte a sul. Pra variar um pouco, neste domingo realizamos um circuitinho sussa de meros 17kms q atravessou o Vale das Pedras partindo da via normal, pra findar no outro extremo serrano, quase no Pico do Urubu.
A Pedra da Esplanada é um dos gdes maciços graníticos q destoam do sertão de Biritiba-Mirim, e seu principal mirante, situado na cota dos 1047m, é acessivel por trilha conhecida q não tarda nem 40min em vencer o desnível de 350m ao alto da pedra. No entanto, o verdadeiro pto culminante desta largo e pitoresco maciço é acessível por outra picada menos visada q, discretamente, nasce da vereda principal e atinge o alto dos 1066m da montanha. Dessa
forma, neste domingo realizamos a travessia completa pelo rochoso conhecido como Pedra da Esplanada, partindo de seu contraforte oeste, rasgando td sua estreita e espichada crista, p/ depois descer pela íngreme face leste da montanha. Uma breve e perrengosa travessia envolvendo trilha, escalaminhada e vara-mato, mas recompensada com vista exclusiva e privilegiada dos maciços vizinhos, como o Garrafão e o Itapanhaú.
Situada no km80 da Rod. Mogi-Bertioga (SP-98) e passagem obrigatória de quem se dirige a Cachu Pedra Furada ou Trilha do Itapanhaú, uma placa escancarando proibição de acesso a propriedade particular de nome Agro Pastoril & Mineração Pirambeiras Ltda. sempre despertou minha curiosidade. Conhecida popularmente como Faz. Pirambeiras, este fds finalmente saciei tal dúvida pra descobrir q seus proprietários libaneses são os legítimos donos de td aquele sertão tupiniquim de Biritiba-Mirim (incluindo a Cachu Furada, Represa Light e Andes!), embora o lugar atualmente pertença ao P E Serra do Mar. E pra aproveitar a viagem, emendamos a este roteiro de 20kms bem andados a subida ao maciço da Pedra do Sapo. Mas não pela sua breve e tranqüila picada tradicional q acede pelo norte; e sim através do seu perrengoso e ingreme contraforte sul, passando pela simpática Cachu da Água Fina e Pedra da Forquilha.
Por incrível que pareça não pisava em Paranapiacaba desde o ano passado, mas não por falta de oportunidade e sim devido ao desânimo q as últimas restrições de acesso ao seu entorno gerava. Quebrando esse jejum de pernadas pelo Pq das Nascentes e julgando a poeira das proibições já assentadas, domingo passado retornei a caminhada relativamente sussa pelos contrafortes serranos da pacata vila inglesa. Sussa pq desta vez bisbilhotei duas picadas transversais q sempre ignorei durante minhas incursões ao Vale do Quilombo. O resultado foi um circuitinho breve e sem gde desnível q percorre as nascentes do Rio Quilombinho, passando pelas simpáticas Cachus da Biquinha e do Lúcio.
A apenas 30km de SP, Cotia se notabiliza bastante por atrair adultos ao luxuoso condomínio Granja Viana como crianças atrás de suas tradicionais fazendinhas de bichos. Contudo, o município tb guarda um respeitável atrativo natureba, a Reserva Florestal do Morro Grande, uma enorme mancha verde q circunda a represa do mesmo nome. Detentora de extensa área de mata nativa, bichos silvestres e rios importantes para a Grande São Paulo como o Capivari, Cotia, dos Peixes e da Graça q nascem dentro da reserva. Esta é nossa primeira visita ao lugar, no caso, numa simpática e bela queda de facílimo acesso, a Cachu da Graça. Este bate-volta descompromissado revelou q a queda não apenas faz jus ao nome como tb provou ser a cachoeira urbana mais próxima da minha casa.