Resultados da busca: Montanha para Todos (2415)

Aventuras
No topo da Europa
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Ano passado quando estive no Kilimanjaro, vi um anúncio do Mt. Elbrus que me fez lembrar de muitas fotos e relatos que eu já havia lido sobre este lugar, especialmente porque conhecia a história da Russia e sabia das dificuldades de acesso a este país e consequentemente as dificuldades para apreciar de perto esta famosa montanha.

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Elbrus de novo!
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São três horas da madrugada e a neve cai abundantemente. Aliás, dizer que ela cai é errado, já que com o vento forte ela é basicamente horizontal. Estou protegido pela cabine do snow cat, o caminhão com esteiras que está nos levando do abrigo onde dormimos até o início de nossa escalada a 4700 metros, mas meus clientes que estão desprotegidos estão completamente brancos de neve.

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O meu Everest…
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Diz o velho ditado: “Ninguém conhece seu corpo melhor do que você mesmo”. Digo isto pra iniciar este “texto revelação” pois dezembro de 2011 notei diversas alterações no meu corpo que me deixavam desconfortável, e por conta disso resolvi investigar, e então utilizo um outro ditado popular pra ilustrar este diferente relato: “Quem procura, acha!”. Eis o resultado…

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Cerro Plata invernal – “O grande ataque”
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Nos Andes meridionais escalar no inverno é bem diferente do que no verão: o clima é muito mais instável e as temperaturas são consideravelmente mais baixas. Nas semanas que antecederam minha viagem para a Argentina acompanhei a previsão do tempo e, nos dias ruins, que eram bastante frequentes, o vento no cume do cerro Plata chegava a 100 km/h, com sensação térmica de -40o C, enquanto que no Aconcagua o vento era de 120 km/h no cume, com a sensação térmica a incríveis -52o C.

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Chapéu-de-Sol
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Alguns minutos antes havia despertado angustiado de um sonho claustrofóbico onde imaginava ter liberado sonora e redonda flatulência, tão densa que flutuava no dormitório como imensa bolha de sabão que crescia desmesuradamente ao invés de se dispersar. Acuado contra o colchão temia a inevitável explosão de metano e enxofre quando subitamente fui libertado pelo soar do despertador e do nada a expressão tomou conta da mente. “Por fora; bela viola e por dentro; pão bolorento”. Talvez tenha relacionado à história a triste sina do inverno curitibano que de tão úmido apodrece a alma e mofa os pensamentos.

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