Resultados da busca: corrida de montanha (497)

Aventuras
Encarando o super ativo Tungurahua
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ATENÇÃO: De maneira alguma estou incentivando pessoas há escalarem o vulcão Tungurahua, seu acesso é restrito por ser um vulcão ativo, e em processo de erupcao as chances de se escapar com vida são mínimas, esse relato tem apenas o intuito de descrever minha experiência em um vulcão ativo e em erupção!!! Ainda alerto que diversas pessoas já perderam suas vidas o escalando, e um dos motivos é que muitas delas foram atingidas por pedras arremessadas da cratera, nem mesmo o uso de capacetes torna seguro esta escalada. Fora o alto risco de vida, muitas vezes policiais estarão impedindo que pessoas o subam.

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O meu Everest…
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Diz o velho ditado: “Ninguém conhece seu corpo melhor do que você mesmo”. Digo isto pra iniciar este “texto revelação” pois dezembro de 2011 notei diversas alterações no meu corpo que me deixavam desconfortável, e por conta disso resolvi investigar, e então utilizo um outro ditado popular pra ilustrar este diferente relato: “Quem procura, acha!”. Eis o resultado…

Colunistas
Cerro Plata invernal – “O grande ataque”
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Nos Andes meridionais escalar no inverno é bem diferente do que no verão: o clima é muito mais instável e as temperaturas são consideravelmente mais baixas. Nas semanas que antecederam minha viagem para a Argentina acompanhei a previsão do tempo e, nos dias ruins, que eram bastante frequentes, o vento no cume do cerro Plata chegava a 100 km/h, com sensação térmica de -40o C, enquanto que no Aconcagua o vento era de 120 km/h no cume, com a sensação térmica a incríveis -52o C.

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Retorno à Mantiqueira pt2: Pico do Papagaio 2.105m
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Depois do nosso ataque com sucesso ao cume da distante e desconhecida Mitra do Bispo, ou Pedra do Bispo de 2.200 metros de altitude, pedimos informações ao Betinho, nosso sorridente anfitrião mineiro, de como chegar a Aiuruoca de onde estávamos. Da propriedade onde ele mora saía uma estrada de terra que nos levaria direto lá, sem dezenas e dezenas de quilômetros como os que rodamos pra chegar a Alagoa. Dali nos custaria só 17km. Beleza, a aventura continua…

Aventuras
O Muralhão de Taiaçupeba
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Muito céu, ventos frescos e caminhadas (e escaladas) revigorantes. Altos paredões de rocha negra prontos pra rapel e escalada, e td isso em meio a verdejante mata secundária. Pedreira do Dib? Não, é outra faceta da velha e pacata Taiaçupeba, bairro afastado de Mogi das Cruzes.

Aventuras
Travessia Norte do Alto da Bocaina
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Vales profundos e verdes encostas de pasto ralo são o cenário recorrente dos Altos da Bocaina. Longe da “Trilha do Ouro” e a oeste dos portões do famoso Pq Nac. Serra da Bocaina, esta vasta região é praticamente desconhecida da maioria, mas detentora de estupendos roteiros de pernadas q cortam o alto da serra em tds as direções.

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O DNA das Travessias
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Uma travessia é coisa fisicamente muito simples, basta iniciar a caminhada em um ponto qualquer do mapa e terminá-la em outro, preferencialmente bem distante do primeiro, mas montanhismo não é um esporte qualquer. Montanhismo é antes de tudo uma filosofia e então as coisas se complicam. Aos que discordam aconselho parar esta leitura e investir suas energias na Corrida de Aventura.

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Retomando a exploração do PNI – pt 1
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A última vez que fui a uma montanha e pisei em seu cume foi com o Pedro no Morro do Canal de 1.340 metros de altitude em Curitiba, em março deste ano, com só 380 metros de desnível, e foi duro pra mim em plena recuperação de pneumonia. Antes disso, dormir na montanha estava quase sendo classificada como uma memória longínqua, tendo sido esta a noite que passei bivacando na Pedra das Flores na Serra do Lopo, a 1.700 metros de altitude em novembro do ano passado! Sete meses se passaram e a nova empreitada não seria fácil.

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