Resultados da busca: serra do mar (1763)

Aventuras
O Garrafão de Biritiba-Mirim
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Já a algum tempo cogitava retorno ao Pico do Garrafão, imponente maciço situado ao sul de Biritiba-Mirim (SP), pois minha primeira investida ao mesmo (coisa de 3 anos atrás) se deu em condições nada favoráveis. Mta garoa e tempo enevoado impediram q desfrutasse devidamente dos largos visus q se descortinam do alto de seu largo topo, acessível mediante uma discreta picada q percorre a crista de sua majestosa face sudoeste repleta de musgo, gramíneas, bromélias e mata nebular, quase 1060m acima do nível do mar. E esta desfeita foi sanada neste fds, qdo em condições mais q perfeitas conferimos tanto a atual situação da vereda “oficial” como apreciamos minuciosamente os contornos graciosos e arredondados desta bela e imponente pedra, detentora de um cume q se projeta mais além e acima de um gigantesco paredão de granito. Isso td encravado no miolo da região conhecida como “Sertãozinho do Tietê”.

Aventuras
A Ferradura da Água Fina
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Caro “Sr. Proprietário”,
Não pretendo tomar seu precioso tempo e por isso serei breve. Chamo-lhe desta forma, mais ampla e abrangente, pois não sei ao certo quem é o verdadeiro responsável pelo entorno q cerca a via conhecida como “Trilha do Geraldo”, situada na região do “Sertãozinho do Tietê”, as margens da SP-98: se é a Cia Suzano; o Sitio Pirambeira; a Faz. Pedra da Forquilha ou qq outra pequena chácara alugando sua terras pra famosa cia de celulose; ou até mesmo se a região pertence ao PE Serra do Mar, q explicitamente começa a partir do Km 79 da Rod. Mogi-Bertioga. Como são vários limites (tênues) envolvidos, por esse motivo chamo-lhe simplesmente de “Sr. Proprietário”, já q “alguém” deve responder pelo lugar. Pronto, falei.

Aventuras
Travessia Andes-Guacá
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Já a algum tempo matutava em juntar numa pernada dois gdes “points” da região tida como “Sertãozinho do Tietê”, aquela inserida entre o planalto serrano de Biritiba-Mirim e a Rod. SP-98. Os “points” em questão eram a Represa Andes e o Rio Guacá, atrativos já visitados isoladamente noutras ocasiões mas q mereciam ser reunidos numa tacada só. A idéia não era nova, pois eu mesmo já conhecia gente q já havia metido as caras nessa empreitada. Contudo, nada impedia de oficializar de vez um circuito, desta vez em verso e prosa. Reunindo um pequeno grupo, fomos lá nos embrenhar no meio da mata pra mais uma pernada selvagem de respeito. No trajeto, a Cachu da Lagarta, uma represa do tamanho de 20 piscinas olímpicas e um rio tremendamente encachoeirado q culmina no Poço das Antas. Td isso perdido, no meio do mato. Um domingo de sol e calor numa travessia pauleira regada com fartura de água por td caminho.

Aventuras
O Ovni de Biritiba-Mirim
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Situado no longicuo bairro da Terceira, em Biritiba-Mirim, uma gruta com salão de 50mts quadrados desperta a atenção não apenas por suas características intrínsecas como tb pelo seu nome pitoresco.
É a “Gruta do Disco Voador”, uma enorme lapa situada ao sopé duma gigantesca rocha – supostamente com formato de “disco-voador” – q além de possibilitar atividades supostamente “espeleológicas” favorece tb a prática dum rapel negativo de 20m de altura.

Aventuras
A Pedra Branca de Araraquara
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Montanha imponente que se destaca soberana na paisagem de quem trafega pela BR-376, na divisa PR-SC, a Pedra Branca de Araraquara só é comparável ao Corcovado de Ubatuba (SP) e a Pedra do Frade (RJ) em beleza, grandiosidade e proximidade ao mar. Contudo, difere destes picos apenas por ser um maciço desgarrado do planalto e não ter um topo rochoso ou descampado. Ainda assim, as características da conquista dos 1230m de seu escarpado cume são bem similares a estes picos mais notórios. Pernada curta, porém exigente e pouco freqüentada, este majestuoso maciço pode ser vencido até mediante árduo bate-volta. Ou fazer quiném a gente: utilizando dois dias com pernoite no alto, saboreando sem pressa suas largas vistas e vastos horizontes, q se estendem desde a Baia de Guaratuba até a enorme muralha da Serra do Quiriri.

Aventuras
Travessia Ciririca-Graciosa
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Já havíamos feito três incursões à trilha do Marco 22, cada vez descobrindo um pedaço maior da trilha. Na terceira, eu e o Joel chegamos ao imponente Salto Mãe Catira, subimos a encosta e fomos parar em cima do cânion de diabásio. Na quarta-feira anterior ao fim de semana combinado para a travessia, fomos ao Clube Paranaense de Montanhismo para assistir a uma palestra do veterano Henrique (Vitamina) Schmidlin sobre a história da Serra da Prata. Lá perguntei ao Julio Fiori, que já fez a travessia algumas vezes, qual era a melhor maneira de transpor o Salto Mãe Catira. Ele respondeu à pergunta e teceu uma preciosa lista de dicas que seriam essenciais para a travessia. A partir daí só dependíamos de bom tempo e “sangue no zóio”.

Aventuras
O Muralhão de Taiaçupeba
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Muito céu, ventos frescos e caminhadas (e escaladas) revigorantes. Altos paredões de rocha negra prontos pra rapel e escalada, e td isso em meio a verdejante mata secundária. Pedreira do Dib? Não, é outra faceta da velha e pacata Taiaçupeba, bairro afastado de Mogi das Cruzes.

Colunistas
O DNA das Travessias
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Uma travessia é coisa fisicamente muito simples, basta iniciar a caminhada em um ponto qualquer do mapa e terminá-la em outro, preferencialmente bem distante do primeiro, mas montanhismo não é um esporte qualquer. Montanhismo é antes de tudo uma filosofia e então as coisas se complicam. Aos que discordam aconselho parar esta leitura e investir suas energias na Corrida de Aventura.

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