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Visitação nos Parques

Após 5 anos, reforma no camping do Marumbi é entregue

A lendária reforma do camping do Parque Estadual do Marumbi, na Serra do Mar paranaense, é finalmente entregue à população após 5 anos de demora.

Fonte: Redação

Atualização: 
 
 
Talvez tenha sido a reforma de camping mais demorada da história, mas finalmente ela chegou ao fim. Ontem, em solenidade oficial, o governado do Paraná Beto Richa compareceu pessoalmente e entregou a obra que levou 5 anos para ser concluída e custou 600 mil reais. 
 
"É um lugar maravilhoso, que transmite paz, e temos a responsabilidade de preservá-lo", afirmou o governador. Richa lembrou que o Parque Marumbi é a maior unidade de conservação do Estado aberta ao público, que completará 25 anos em setembro e que a última reforma antes dessa foi feita ainda na criação do parque. “O Marumbi, assim como outras importantes unidades de conservação do Estado, passam a ter um novo momento, com o programa Parques do Paraná, que visa o desenvolvimento socioeconômico sustentável, que gera empregos e renda à nossa população”, disse o governador à agência de notícias oficial do Estado.
 
A reforma incluiu a construção de um quiosque, mesas e uma pia além da reforma do banheiro. Todos os prédios da antiga estação foram também reformados, incluindo o centro de visitantes, um alojamento e outras casas que inclui um pequeno museu e a sede do Cosmo, o Corpo de Socorro da Montanha.
 
Novos planos de Manejo
 
A boa notícia para os frequentadores dos parques estaduais do Paraná é que será contratada uma empresa para elaborar o plano de Manejo do Parque Estadual da Baitaca, que é o parque do Anhangava.
 
Este documento é fundamental para nortear a visitação das Unidades de Conservação. Com ele são definidas politicas públicas de uso e por isso é importante a participação dos frequentadores para que seus direitos de frequentar e praticar esportes não sejam restringidos. 
 
Visitação em outros parques
 
Apesar do pronunciamento do governador, a visitação nos Parques Estaduais do Paraná com estrutura são bastante restritivas, o que dificulta a prática de esportes em seu interior e também afeta o desenvolvimento do turismo. No Parque Estadual do Monge, por exemplo, é proibido a prática de escalada em rocha, assim como na Ilha do Mel e também no Canyon do Guartelá.
 
A falta de verbas para as Unidades de Conservação também é uma preocupação. Parques importantes com o do Pico Paraná estão abandonados desde sua criação e outros já com estrutura, como é o caso do Parque Estadual de Ibiporã, fecha aos finais de semana por falta de funciónarios.
 
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