Sobre o Autor

Antonio Paulo Faria - Colunista

Antonio Paulo escala há tanto tempo que parece que já nasceu escalando... 30 anos. Até o presente, abriu mais de 200 vias no Brasil e em alguns outros países. Ele gosta de escalar de tudo: blocos, vias esportivas, vias longas em montanhas, vias alpinas... Mas não gosta de artificiais, segundo ele "me parecem mais engenharia que escalar propriamente". Além disso, ele também gosta de esquiar, principalmente esqui alpino no qual pratica desde 1996. A escalada influenciou tanto sua minha vida que resolveu estudar geografia e geologia. Antonio Paulo se tornou doutor em 1996 e ensina em universidades desde 1992. Ele escreveu sobre escalada para muitas revistas nacionais e internacionais, capítulos de livros e inclusive um livro. Ou seja, ele vive a escalada.

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Meu treino é tomar cerveja!!
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Conheci um sujeito que escalava em um nível elevadíssimo e não parecia forte, era até um pouco roliço, meio gordinho para dizer a verdade – lembra muito o Pita… Hehehe – Mas esse sujeito era marrento. Tirava a maior onda que não precisava malhar/treinar para escalar no nível que ele escalava e tava sempre com uma latinha de cerveja na mão.

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Displicência – Inimiga do Escalador
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A Displicência é inimiga do escalador – Lendo a estatística publicada anualmente pela American Alpine Club, da qual sou sócio, em 2008 ocorreram 117 acidentes nos EUA, com 211 pessoas envolvidas e 15 mortes. A média de mortes de escaladores lá é de 20 pessoas/ano e uma parte considerável tem como causa a falta de atenção do escalador.

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O mito dos 40
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Lendo a materia do Elcio Ferreira (http://www.altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=1457), me lembrei de alguns fatos. Sempre que alguns amigos quarentões e eu com os meus 45 fazemos algo um pouco fora da média, aparece comentários engraçados, do tipo: “os velhinhos são foda“ (foda no singular*), nos colocam em condições excepcionais.