Sobre o Autor

Parofes (in memorian) - Colunista

Parofes, Paulo Roberto Felipe Schmidt (In Memorian) era nascido no Rio, mas morava em São Paulo desde 2007, Historiador por formação. Praticava montanhismo há 8 anos e sua predileção é por montanhas nacionais e montanhas de altitude pouco visitadas, remotas e de difícil acesso. A maior experiência é em montanhas de 5000 metros a 6000 metros nos andes atacameños, norte do Chile, cuja ascensão é realizada por trekking de altitude. Dentre as conquistas pessoais se destaca a primeira escalada brasileira ao vulcão Aucanquilcha de 6.176 metros e a primeira escalada brasileira em solitário do vulcão ativo San Pedro de 6.145 metros, próximo a vila de Ollague. Também se destaca a escalada do vulcão Licancabur de 5.920 metros e vulcão Sairecabur de 6000 metros. Parofes nos deixou no dia 10 de maio de 2014.

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Retomando a exploração do PNI – pt 1
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A última vez que fui a uma montanha e pisei em seu cume foi com o Pedro no Morro do Canal de 1.340 metros de altitude em Curitiba, em março deste ano, com só 380 metros de desnível, e foi duro pra mim em plena recuperação de pneumonia. Antes disso, dormir na montanha estava quase sendo classificada como uma memória longínqua, tendo sido esta a noite que passei bivacando na Pedra das Flores na Serra do Lopo, a 1.700 metros de altitude em novembro do ano passado! Sete meses se passaram e a nova empreitada não seria fácil.

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Dentro de um vulcão?
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Você já pensou em entrar na pele de um vulcanólogo ou um sismólogo por um dia? Precisamente por 5 a 6 horas? Entrar em um vucão e poder vislumbrar suas entranhas literalmente? Agora isso é possível na Islândia! O turismo do país “gélido e infernal” conta com este peculiar roteiro de turismo, descer dentro de uma câmara magmática de um vulcão inativo. Bem, mesmo sendo inativo, eu pagaria pelo tour que já entrou na minha wishlist, você não?

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Enquanto isso, do outro lado da poça…
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Aqui no Brasil, fazendo uma associação com um velho ditado que “o mar não está pra peixe”, chegamos a um resultado com sentido muito similar que ficaria mais ou menos assim: “A montanha não está pra montanhista”. Com tantas leis absurdas, medidas proibitivas, nós sofremos com as asas podadas. Enquanto isso, do outro lado do atlântico, o suporte ao esporte é incrível…

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Macacos me mordam! (não, dêem o seg!)
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A distância dos alpes japoneses não esconde somente lindas montanhas escarpadas que superam a linha dos 3000 metros, de fato, todos os dez mais do país ultrapassam esta altitude. Estes alpes também escondem uma criatura fantástica, o Macaco Japonês, conhecido lá como Saru (macaco), internacionalmente como Snow monkey (macaco das neves). Vamos conhecer um pouco sobre este notável animal, suas habilidades de escalador nato e capacidade de lidar com o extremo.

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O casamento de um montanhista
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Lilianne e eu nos conhecemos exatamente 57 meses atrás. Foi amor à primeira vista. Na época eu estava desempregado, recém chegado da mochilada que me ingressou no montanhismo, então tinha tempo. Vim pra São Paulo pra conhecê-la. Peguei um vôo pra passar o final de semana e acabei ficando dez dias. Antes de voltar pro Rio de Janeiro, meu local de nascimento e onde morei até abril de 2007, a pedi em namoro e ela disse sim! Vou contar um pouco de nossa História no meio do montanhismo.

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Até quando vamos ser tratados como bandidos?
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Durante os últimos anos uma coisa pude observar, infelizmente: O extrativismo é protegido e aceito por debaixo dos panos. O Montanhismo e montanhistas são vistos como perigosos, algo que causa muito impacto ecológico. Palmiteiros, caçadores, todos estes são tratados com educação pelo direito brasileiro, derivado do romano. Nós somos escorraçados, privados de nossa liberdade de ir e vir prevista na Constituição Brasileira de 1988. Por que?

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Em busca do frio extremo brasileiro
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Afinal, quais são as condições ideais para queda de neve? De acordo com definições, as nuvens são formadas por vapor de água quase em estado de condensação nos momentos que antecedem a chuva. Caso o ar esteja, por alguma razão do clima local, mais frio que o ponto de congelamento da água (como quando há uma massa de ar polar na região), em vez de chover, neva. Se a inversão térmica for muito forte e a densidade das nuvens for muito alta (regiões tropicais), pode cair granizo em vez de flocos de neve. Depois de mais um mês parado fui correr atrás do frio extremo brasileiro, e com pensamento positivo de ter a sorte de ver neve brasileira.

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Contradições de um grande parque nacional
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Da primeira vez que visitei o Parque Nacional do Caparão na divisa do Espírito Santo com Minas Gerais, como comecei a subir a estrada a pé com duas mochilas em um domingo todos estavam indo embora. Por isso não pude fazer minhas observações sobre o parque e os visitantes. Desta vez foi extremamente diferente. Era um baita feriadão brasileiro de quatro dias, esperava ver coisas perturbadoras, mas não tanto quanto vi…

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Depois de um hiato de 52 dias…
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Depois de um hiato de 52 dias longe das montanhas após a visita ao Marins com o Pedro e com a Camila, finalmente volto à estrada dando boas vindas ao inverno brasileiro que começou no dia 21. Cansado de lutar contra a agenda pessoal por fim venci e consegui um espaço pra mim. Felizmente pude acertar (mesmo que parcialmente) as contas com um belíssimo parque nacional. Eis a aventura…

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