A História da La Sportiva, marca das botas e sapatilhas queridinhas dos montanhista

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A La Sportiva, marca das botas e sapatilhas queridinhas por montanhista e escaladores do mundo todo nos dias atuais, nasceu próximo as Dolomitas, na Itália no ano de 1928. O objetivo inicialmente era fabricar botas para soldados da Segunda Guerra Mundial. Felizmente a guerra acabou e a qualidade dos produtos era tão excepcional que montanhistas passaram a utilizá-las em suas expedições a montanha.

Atual fabrica da marca em Ziano di Fiemme na Itália.

Foi assim, a pequena sapataria da família Delladio que produzia tamancos de madeira e botas de couro passou a produzir botas técnicas e crescer cada dia mais. Nos anos 1950 a marca lançou suas primeiras botas para esqui e em 1970, com a evolução dos materiais, investiu no aprimoramento das botas de trekking. Nos anos 80, a marca revolucionou a escalada mundial ao desenvolver a sapatilha de escalada La Sportiva Mariacher em parceria com o grande escalador Heinz Mariacher.

Sapatilha La Sportiva Mariacher

Atualmente a marca segue a tradição dos calçados italianos oferecendo conforto e qualidade em seus produtos como tênis, botas de trekking e botas técnicas, bem como nas sapatilhas de escalada. No entanto, a marca vai muito além e oferece diversos produtos focados no lifestyle outdoor e de montanha com peças de vestiário para o frio e calor, além de acessórios.

No Brasil a loja Alta Montanha possui diversos itens da marca. Desde calçados como tênis e botas de trekking até sapatilhas de escalada. A loja Alta Montanha é a única a revender as botas tripas da marca aqui no Brasil. Também há peças de vestuário que vão desde as calças e camisetas para o verão até os cortas ventos, jaquetas de frio e anoraks.

 

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Sobre o autor

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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