Caminho do Itupava permanece fechado por tempo indeterminado

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 O Caminho do Itupava localizado no Parque Estadual Serra da Baitaca, em Piraquara e Quatro Barras na região metropolitana de Curitiba está fechado temporariamente para a manutenção da trilha. O local é famoso entre os praticantes de trekking e aventureiros da região

Esse caminho foi reaberto em 16/01 após ficar fechado para evitar o contágio por Covid-19. Todavia a queda de árvores durante as fortes chuvas ocorridas no ano passado causaram alguns danos à trilha que precisa ser reformada.

A equipe da Diretoria de Patrimônio Natural do Instituto de Água e Terra (IAT) decidiu realizar uma avaliação técnica das pontes para posterior reforma. De acordo com o O Instituto Água e Terra (IAT) o Caminho do Itupava permanecerá fechado para visitação por tempo indeterminado.

“Uma ponte que fica na trilha percorrida pelos visitantes está comprometida e apresenta riscos consideráveis. A fim de evitar acidentes, o Instituto optou pelo fechamento do Caminho do Itupava até a revitalização ou a substituição da ponte. Serão feitos estudos para analisar a melhor maneira de realizar as obras e, durante este processo, as atividades permanecem proibidas”, diz a nota de esclarecimento.

O Caminho de Itupava tem cerca de 22 km de extensão e atravessa a Serra do Mar ligando a capital paranaense ao litoral. Ele corta três Unidades de Conservação: o Parque Estadual Serra da Baitaca, a Área Especial de Interesse Turístico do Marumbi e o Parque Estadual do Pico do Marumbi.

Outros Parques Estaduais

Os demais Parques Estaduais localizados na região de Curitiba voltarão a receber visitantes aos sábados, todavia permanecem fechados nos domingos e terças-feiras para manutenção. O horário de visitação aumentou e passa a ser das 8h às 17h. Contudo, permanece o limite de visitantes que deve ser de até 50% da capacidade máxima de cada parque de acordo com o plano de manejo.

 

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Sobre o autor

Maruza Silvério

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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