No montanhismo brasileiro não faltam pessoas competentes, mas faltam outras coisas que nos fazem refletir o futuro do esporte.
No montanhismo brasileiro não faltam pessoas competentes, mas faltam outras coisas que nos fazem refletir o futuro do esporte.
Depois de quase três meses vivendo em Córdoba, Argentina, não podia deixar o feriado da Semana Santa passar em branco. Peguei o carro e me joguei na estrada rumo a Mendoza (a cerca de 700 km). O objetivo era subir uma montanha de pelo menos 4 mil metros.
Esta coluna, em particular, é para quem está querendo iniciar a escalar,(ou esteja bem no início) seja por qualquer motivo que seja o interesse.
O Montanhismo está diretamente ligado a um modo de vida, no qual tem-se por fim preservar o meio ambiente, encontrar tranqüilidade e principalmente sentido para a tão vazia vida do homem moderno…
Assim se dizia na colônia em que fui criado – Louco é o Padre que veste a camisa por cima do paletó – comparando a batina litúrgica do sacerdote com os trajes domingueiros dos fiéis.
A escuridão da noite, mesmo faiscando de vagalumes, transforma o sussurro doce do rio num rugir amedrontador, tornando uma simplória travessia em + um trabalho de Hercules. Texto de Jorge Soto com fotos de Paulo Marinho
Esta é a sua montanha, e então começaram a levar os turistas, que é também sua subsistência.
Olhando uma notícia daqui do Altamontanha, me lembrei de uma aventura que vivi no famoso vulcão chileno.
Havia algum tempo que eu olhava aquelas montanhas com olhos diferentes. Era um olhar curioso e inquieto. Investigativo e provocador. Algo dentro de mim me dizia que eu não podia permanecer impassível a tal sentimento. Chegou a hora de arriscar. Mudar um pouco.