Em janeiro de 2015 testamos a Mochila Aether 70 da Osprey num dos ambientes mais exigentes em montanha: A Cordilheira dos Andes!
Em janeiro de 2015 testamos a Mochila Aether 70 da Osprey num dos ambientes mais exigentes em montanha: A Cordilheira dos Andes!
Principal afluente do Rio Cotia, o Ribeirão da Graça nasce no miolo da Reserva Florestal do Morro Grande pra então seguir seu curso pro norte, em meio a muita mata secundária q alterna fragmentos da original. Atingir a nascente deste límpido curso dágua foi apenas desculpa pruma terceira investida descompromissada á reserva a partir de Caucaia do Alto.
Ela impressiona quem trafega pela Rod. Castelo Branco (SP-280), na altura de Araçariguama. É a Serra do Voturuna, elegante cadeia montanhosa q se espicha no sentido leste-oeste entre os municípios de Santana do Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus. E os 1200m do seu cume são facilmente acessíveis pelo seu contraforte sul, via Santana do Parnaíba, por breve picada já palmilhada em duas ocasiões. Mas nesta terceira investida fizemos diferente: atingimos o ponto culminante, também chamado de Morro Negro (ou do Voturuna), pelo seu contraforte norte através de cênica vereda q guarda semelhanças com a Serra do Cipó (MG) e descortina novos horizontes desta região do Alto Tietê. Eis um circuito sussa de quase 15 km q nasce (e finda) em Pirapora do Bom Jesus e percorre a cumeeira deste serrote pouco conhecido, mas q já foi referência bandeirante, ativo núcleo minerador e hoje busca o merecido reconhecimento como paraíso ecológico.
Na carta de Mogi das Cruzes (SP) ela surge como Pico da Esplanada embora pros antigos proprietários locais seja conhecida por Pedra da Laje. Independente de nome, este um dos belos maciços graníticos q afloram no sertão de Biritiba-Mirim cujo topo, situado na cota dos 1050m, é acessível por vereda sussa e breve. Por isso mesmo foi o rolê programado pra levar um ilustre amigo a fim de vencer seu desnível irrisório de 300m, num bate-volta q serviu inclusive pra verificar as condições duma trilha que não pisava faz tempo. Aproveitando tb esta rara facilidade off-road pela região, emendamos até o Casarão do Chá, relíquia histórica de traços q misturam a tradição nipônica com enxerto caboclo e prova irrefutável do encontro cultural entre o Japão e o Brasil.
Durante um período, costumava viajar no início dos anos ímpares para conhecer as montanhas amazônicas. Tentávamos formar grupos grandes, com cinco ou seis pessoas, para diluir o custo de deslocamentos tão longos e logísticas tão complexas. No caso do Neblina, o Tenente Côrtes chefiou nosso grupo.
Situado no miolo de Ouro Fino Paulista, bairro rural na divisa de Ribeirão Pires e Suzano (SP), o Morro do Vento é uma simpática elevação de fácil acesso, baixo desnível e cercada de mata secundária. Conhecido tb pela galera motoqueira por Morro da Paz, fazia tempo q não pisava no alto dos seus quase mil metros q descortinam belos visus das represas de Mogi e Biritiba-Mirim. Aproveitando um domingo de tempo incerto, resolvi então fazer diferente daquela outra ocasião: ao invés de aceder o morro pela Trilha da Olaria, via Ribeirão Pires, tentar alcançar o morro pelo seu contraforte sul, isto é, por Rio Grande da Serra. Eis um circuitinho sussa e descompromissado de quase 23km que teve de tudo: trilha, asfalto, estrada de chão, ferrotrekking e até duto-trekking.
A ideia de subir os Três Irmãos me surgiu quando os vi pela primeira vez, dos altos da Serra do Papagaio de Aiuruoca. Foi uma visão esplêndida, pois eles formam três pirâmides frontais ao Papagaio, que lá de cima aparecem perfeitamente alinhadas, como se fossem um monumento sagrado.
Construida em 1916, a Barragem e Represa do Graça faz parte do Sistema Alto Cotia no abastecimento de Sampa. Juntamente com a Represa Pedro Beicht, ambos integram a Reserva do Morro Grande. Situada ao norte da reserva, a Represa do Graça possuía muitas estradas de manutenção que serviam tanto pra acessar Embu das Artes como delimitar propriedade da Sabesp. Aproveitando um dia quente de sol a pino, fui então xeretar uma destas antigas vias que hoje deu lugar a uma simpática trilha, passivel de ser percorrida a pé. Um rolezinho circular de quase 17kms com direito a vilarejo fantasma, dois belos mirantes, peçonhenta no caminho, picada de marimbondo e tchibum em cachoeira. E não necessariamente nessa ordem.
A Cordilheira Real envolve de forma impressionante a cidade de La Paz, até parece que a espreita com um olhar ameaçador. Os acessos relativamente próximos, sua neve normalmente estável, as escaladas em geral seguras e os preços módicos da Bolívia são fatores que atraem os turistas, principalmente no inverno.