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O sábio das montanhas
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Existem duas Chapadas Diamantinas, a mais conhecida abriga um Parque Nacional muito visitado. Não conheço no Brasil nenhum outro com tamanha diversidade de ambientes. Apesar disto, prefiro a Chapada do sul. Esta outra Chapada acontece à volta da deslumbrante vila de Rio de Contas, que tem uma história única.

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Ciririca sem sacanagem
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O Morro do Ciririca é uma montanha na Serra do Mar paranaense que tem apenas 1641 metros de altitude. Apesar de baixa, chama atenção não apenas o nome exótico, que de acordo com alguns tem a ver com o siri (aquele crustáceo que anda de lado), mas também pelo fato de ser a montanha com trilha consolidada mais distante da Serra e consequentemente se tornou um mito, de que é a montanha mais fodástica da região.

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O morro das goiabeiras e das mulheres
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Diferente das capitais da região sul e sudeste, Londrina não foi contemplada com uma serra de respeito próxima como a Mantiqueira, por exemplo. Desníveis relativamente maiores são alcançados apenas indo muito além dos limites da cidade, horas a fio distante da “Pequena Londres”. Restam então dentro do perímetro urbano morros de altitude modesta que, de desnível similar ao Morro Saboó (em São Roque, SP), se situam em áreas rurais e são acessíveis mediante antigas trilhas tropeiras, servindo de diversão pra caminhantes de pequenos serrotes atrás de “montanhismo”. No caso,“morrismo”. Rolês como o Morro das Goiabeiras e o Morro das Mulheres, bate-voltas breves e fáceis nas pacatas, porém charmosas, elevações que destoam da paisagem recorrente, permeada da horizontalidade monocromática de trigo, soja e café.

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Morando no Grajaú
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Faz três anos que estou no Rio de janeiro, antes ficava na ponte aérea Rio/BH e nos cruzes da BR040. Nestes anos conheci minha esposa, abri meu estúdio de tatuagem junto com Giovani Schenkel e fiz novos grandes amigos. Confesso que nunca passou pela minha cabeça morar em definitivo no Rio, mas as âncoras foram jogadas e o tempo foi passando. Quando minha esposa deu a notícia que tínhamos conseguido comprar um apartamento no bairro Grajaú, perto da Reserva Florestal, entendi que a equação iniciada há três anos tinha se
desenrolado, bem debaixo do meu nariz. Se era para ficar no Rio, que fosse colado na rocha.

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Espinhento
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Ano 2015 : Aparecida (Cidinha) T.A. da Silva, Alisson C. Wozniak, Christopher Thomas Blum, Daros A.T. da Silva, Guilherme F. Rosa, Hadassa M.M. Ceslak, Jorge Soto, José Carlos (Zeca) Reinert, João A. Zaparoli, Julio César Fiori, Marcelo Brotto, Maria (Lila) J. da Silva, Moisés Lima, Natan F.L. Lima, Ollyver Rech Bizarro, Paulo Marinho, Rafael Voltz, Renan Vieira, Sergio (Serginho) A. de Lima, Vinicius Ribeiro, Vinicius (Vine) T.B. Monteiro e Wilson Rulka Ceslak.

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O vale do Araçaúva
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Entre Rio Grande da Serra e Paranapiacaba, a planície ondulada por morros que preenche o entorno da estação-fantasma Campo Grande costuma passar despercebida aos visitantes. Também, pudera, à diferença da ilustre vila inglesa, esta região de mata igualmente exuberante é pontuada por chácaras e estradas de chão que unicamente têm função de unir a SP-122 com Suzano. Contudo, uma fuçada mais minuciosa revela interessantes picadas transversais, que levam tanto a improváveis mirantes como belas cachoeiras. E assim, numa caminhada sussa partindo de Campo Grande, deu pra conhecer melhor as quedas do vale do Ribeirão Araçaúva, esticar pro Mirantão e finalizar em Ribeirão Pires, via Picadão do Rancho Sapê. Um rolê de meio período de apenas 16km, e que emenda trilhas com vias de terra bem do lado da sua vizinha inglesa mais frequentada.

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Off Road no P.E. Jurupará
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Abrangendo a região sul de Ibiúna e uma pequena área de Piedade, o PE Jurupará desponta como uma unidade de conservação recente e pouco conhecida, mesmo localizada a apenas 100kms de São Paulo. Criado em 1992 e cujo nome significa “garganta d’água” em tupi-guarani, aproveitamos um dia de tempo ruim pra alcançar descompromissadamente seu pto culminante, o Morro do Descalvado, de suposto fácil acesso. De relevo montanhoso e situado numa região isolada, foi tb a deixa prum reconhecimento inicial do lugar, rasgando suas precárias vias de acesso num raro momento “off-road”. Contudo, mal sabíamos q mesmo rolês “fáceis” podem apertar perrengosamente além da conta.

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O salto da Fonte de Faxinal
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Distante cerca de 100km de Londrina e conhecida como a “Capital do Tomate”, a pacata Faxinal surpreende tb por ser repleto de belas cachoeiras, acessíveis por trilhas bastante fáceis. Com mais de 40 quedas catalogadas, todas com diferentes características mas q possuem a mesma beleza natural. Algumas (as menores) se encontram dentro do perímetro urbano e são de facílimo acesso. Já outras, as mais bonitas, estão mais distantes e se situam dentro de fazendas ou propriedades particulares. Ou quase todas. Como o Salto da Fonte, imponente queda de quase 70m com a qual tropeçamos quase q sem querer nesta breve e descompromissada visita à cidade.

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A trilha sul do Mursa
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A cerca de ano atrás conheci uma modesta elevação em Várzea Paulista (SP) que deixara não apenas uma primeira boa impressão como tb aquele gostinho de “quero mais”. Me refiro à Serra do Mursa – conhecida tb como Morro do Elefante – por sua vez parte integrante do complexo da Serra dos Cristais e cujo nome faz referência ao antigo proprietário das terras daquela região. Se aquela investida resultou numa tranquila travessia pelas campinas q preenchem td extensão de sua curta e larga crista, esta nova visita mergulhou no fundo vale do seu contraforte sul. Um bate volta q resultou num circuito sussa com direito a cume, cachoeira e exploração da nascente dum afluente do Córrego do Mursa.

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