Como descartar o cartucho de gás corretamente?

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Durante as atividades cotidianas produzimos diversos tipos de resíduos, e quando estamos em nossas aventuras e escaladas, infelizmente isso não é diferente. Todavia, há alguns itens que necessitam de um cuidado especial para que o descarte seja feito corretamente. Um deles é o cartucho de gás utilizado em fogareiros.

A loja AltaMontanha em Curitiba é um dos pontos de coleta de cartucho de gás usados.

Segundo a GearTips, no Brasil são vendidos mais de 1,8 milhões de cartuchos de gás por ano. Eles são utilizados tanto em atividades ao ar livre e acampamentos como em hotéis e restaurantes. Os recipientes são feitos com materiais que podem ser totalmente reciclados. Entretanto, para que esse material possa ser reaproveitado e não vá parar em aterros sanitários ou lixões, ele deve estar totalmente vazio e ser enviado para os locais corretos.

Para facilitar o descarte correto, a GearTips em parceria com a Grão Coworking e o designer Davi Rezende desenvolveram um coletor específico para recolher e destinar os cartuchos de gás usados. Os coletores estão disponíveis em diversos pontos do Brasil. Assim,o usuário pode esvaziar o seu cartucho no local de descarte e depois furar o recipiente para inutilizá-lo antes de descartá-lo. Após esse procedimento, uma empresa recolherá os cartuchos e encaminhará para os processos de reciclagem.

Com o descarte correto é possivel reciclar 100% do material utilizado nos recipientes.

A Loja AltaMontanha é um dos pontos de coleta para cartuchos de gás. Nesse coletor é possível descartar cartuchos dos modelos Guepardo, Nautika, CampGás, TekGás, MaxxGás e Cartucho 190g dentre outros. Assim, o material retorna para a indústria e a natureza é preservada.

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Sobre o autor

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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