Harvey Frederico Schlenker, importante nome do marumbinismo e da conservação ambiental no Paraná, morre aos 68 anos

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Uma das figuras mais conhecidas do marumbinismo e da defesa ambiental do Parque Estadual Pico do Marumbi, Harvey Frederico Schlenker faleceu em sua residência no dia 13/05, aos 68 anos.

Comunicado de falecimento do ambientalista e fotografo.

Schlenker construiu uma trajetória fortemente ligada à conservação da Serra do Mar paranaense. Servidor da área ambiental no Paraná, atuou principalmente no antigo Instituto Ambiental do Paraná (IAP), atual Instituto Água e Terra (IAT), exercendo funções como fiscal e gestor ambiental. Ao longo da carreira, também participou de projetos de educação ambiental, preservação da natureza e defesa das unidades de conservação do estado.

Sua relação com o Marumbi se consolidou especialmente durante os anos 1990 e início dos anos 2000, período em que atuou como gerente e fiscal do parque estadual. Na época, Harvey esteve diretamente envolvido em discussões sobre conservação ambiental, controle do turismo e combate às ocupações irregulares na região.

Harvey Schlenker palestrando no Clube Paranaense de Montanhismo (CPM) em 2016. Foto: CPM

Harvey Schlenker também era reconhecido pela forte ligação afetiva com o Marumbi e pela documentação fotográfica da região. Ao longo dos anos, produziu diversos registros da Serra do Mar paranaense, com imagens publicadas em obras oficiais voltadas ao patrimônio ambiental, cultural e paisagístico do Paraná.

O ambientalista e fotografo sofreu um grave acidente de carro e perdeu parte da mobilidade, ainda assim lutava para ter uma vida normal. Era apaixonado por animais, em especial gatos e orquídeas.

O velório será realizado no dia 13/05, das 21h às 23h, e no dia 14/05, das 8h às 11h.

A equipe Alta Montanha se solidariza com familiares e amigos.

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Sobre o autor

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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