Novos valores das permissões para escalar o Aconcágua em 2022/2023

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O governo de Mendonça divulgou os valores das permissões para realizar a escalada ou os trekkings na região do Aconcágua, a maior montanha das Américas, na temporada 2022/2023. A novidade esse ano é que haverá apenas uma temporada. Nos últimos anos o período de escalada era dividido em três categorias: a baixa, média e alta temporada.

Cume do Aconcágua, o ponto mais alta das Américas com 6962 metros de altitude.

Todavia, os preços das permissões continuam variando de acordo com a nacionalidade dos montanhistas. Escaladores mendocinos e argentinos pagam mais barato. Entre os estrangeiros há um desconto para montanhistas provenientes dos países da América Latina. Já os oriundos de outras partes do mundo pagam a tarifa integral.

Os valores também variam de acordo com a rota. Pela rota normal, que é pelo vale de Horcones o valor é mais baixo. Pelo vale de Vacas, que dá acesso ao glaciar polacos é mais caro e exclusivo.

Além disso, o parque continua cobrando mais caro dos montanhistas que tentam escalar a montanha de forma independente, ou seja, aqueles montanhistas que não contrataram guias e os serviços de agências.

O valor deve ser pago em Pesos Argentinos que é a moeda corrente da Argentina. Para as permissões de estrangeiros, cujo valor está fixado em dólares, deverá ser feita a conversão para Pesos Argentinos.

A contratação de Seguro Resgate e Médico continua sendo obrigatória para estrangeiros. Já os montanhistas argentinos não precisam desse seguro.

Confira abaixo os valores para a temporada 2022/2023:

Ascensão a partir de Horcones
  • Estrangeiro sem assistência: U$D 1.300 / com assistência: U$D 800
  • América Latina sem assistência: U$D 950 / com assistência: U$D 600
  • Nacional sem auxílio: AR$ 27.000 / com auxílio: AR$ 22.000
  • Mendocino sem assistência: AR$ 17.000 / com assistência: AR$ 11.000
  • Residente em Las Heras sem assistência: AR$ 8.500 / com assistência: AR$ 5.500
Ascensão a partir da Quebrada de las Vacas 
  • Estrangeiro sem assistência: U$D 1500 / com assistência: U$D 950
  • América Latina sem ajuda: U$D 1.200 / com ajuda: U$D 750
  • Nacional sem auxílio: AR$ 33.000 / com auxílio: AR$ 27.000
  • Mendocino sem assistência: AR$ 20.000 / com assistência: AR$ 14.000
  • Residente em Las Heras sem assistência: AR$ 10.000 / com assistência: AR$ 7.000
Trekking Longo de 7 dias:
  • Estrangeiro sem assistência: U$D 400 / com assistência: U$D 240
  • América Latina sem ajuda: U$D 300 / com ajuda: U$D 200
  • Nacional sem auxílio: AR$ 16.000 / com auxílio: AR$ 12.000
  • Mendocino sem assistência: AR$ 10.000 / com assistência: AR$ 6.000
  • Residente em Las Heras sem assistência: AR$ 5.000 / com assistência: AR$ 3.000
Para o Trekking curto de 3 dias:
  • Estrangeiro sem assistência: U$D 210 / com assistência: U$D 120
  • América Latina sem assistência: U$D 160 / com assistência: U$D 100
  • Nacional sem auxílio: AR$ 10.000 / com auxílio: AR$ 7.000
  • Mendocino sem assistência: AR$ 6.000 / com assistência: AR$ 4.000
  • Residente Las Heras sem assistência: AR$ 3.000 / com assistência: AR$ 2.000
Trekking de 1 dia, sem pernoite (permissão sem auxílio para autogestão de turno)
  • Estrangeiro: AR$ 5700
  • América Latina: AR$ 4.000
  • Nacional: AR$ 2.000
  • Mendoza: AR$ 1.000
  • Residente Las Heras: AR$ 500
Circuito Laguna de Horcones, sem pernoite (reserva por autogestão de turno)
  • Estrangeiro: AR$ 1300
  • América Latina: AR$ 1.000
  • Nacional: AR$ 800
  • Mendoza: AR$ 400
  • Residente Las Heras: AR$ 200

 

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Sobre o autor

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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