Resultados da busca: Pedra da divisa (193)

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O Morro da Bandeira da Revolução de 32
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Nas cartas ele figura como Morro do Sobradinho e topograficamente é o ponto mais alto da Serra da Prata, elegante morraria situada entre Águas da Prata e Poços de Caldas, na divisa SP/MG. Mas pela sua importância histórica essa elevação é mais conhecida como Morro da Bandeira da Revolução de 32, pois dizem lá ter sido palco dos confrontos que visaram separar São Paulo do resto do país. Independente de nomenclatura, a linda vista dos 1435m do seu cume é acessível de várias formas e eu escolhi a mais refrescante: subindo pelo estreito vale dum afluente encachoeirado do Córrego do Quartel. Este é o relato desse rolê de dois dias e 25kms bem andados que não deve nada as tradicionais aventuras da Serra do Mar, conciliando tchibum no fundo de vales e largos visus no alto de montanhas.

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Uma pernada, quatro pedras: Travessia Elefante – Estudantes
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Situada a 980m de altitude, a “Pedra do Elefante” é o ponto turístico mais alto de Ribeirão Pires (SP), com vista panorâmica de boa parte do município. Contudo, o serrote que abriga este atrativo é repleto de outros monolitos ao largo dos seus quase 6km de extensão. E mais, existem outros tantos que coroam os morros que se erguem pelo quadrante norte. Disso nasceu a idéia do rolê praquele sabadão de inicio de junho, embalado num céu claro de outono: uma travessia pela cumieira de boa parte desses pequenos serrotes passando por suas quatro pedras mais significativas, a “dos Estudantes”, a “do Jacu”, a “Rachada” e a “dos Estudantes”. Uma simpática caminhada de 15kms e quase 400m de desnível somados que, emendando diversas veredas, começou em Ribeirão Pires e findou nos cafundós de Suzano.

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Travessia Oeste da Mata dos Godoy
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A menos de 20km de Londrina, o Parque Estadual Mata dos Godoy preserva um dos poucos fragmentos que restaram da floresta nativa, abrigando inúmeras espécies de plantas e animais. Parte integrante da antiga Faz. Sta Helena, de propriedade da família Godoy, hoje o PEMG é um dos maiores pontos turísticos da cidade, reconhecido como maior patrimônio natural norte paranaense. Como apenas 10% do parque é liberado a visitação (relatado noutra ocasião), desta vez fui percorrer parte dos 90% restantes numa puxada travessia de 20km que singrou seu quadrante oeste e teve de tudo: estrada de chão, trilha, banho em cachoeira, subida de rio, perdidos e muito rasga-mato. Pernadinha de responsa nesta pouco conhecida unidade de conservação situada no Terceiro Planalto Paranaense.

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O circuitão das Tartaruguinhas
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Rios acima do nível normal devido a chuva no dia anterior, tempo terrivelmente instável, chão traiçoeiro esfarelando sob nossos pés, apoios sensíveis e quebradiços ao mero toque e vara-mato por encostas tão íngremes qto espinhentas. Não bastasse, escalada exposta num paredão liso de quase 20m com uma cachu furiosa caindo do lado, quase lambuzando nosso cangote! Pois é, o que era pra ser apenas um programa sussa de vistoria da “Trilha das Tartaruguinhas” – vereda que interliga o Rio das Areias ao Rio Vermelho, tornou-se uma perrengosa aventurinha por conta das condições adversas impostas. Roteiro já relatado noutras ocasiões, eis a “Ferradura do Rio Vermelho”, via Tartaruguinhas, em sua versão pauleira!

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