Revista de Escalada testa a mochila mais leve do Mundo, a Ultra-Sil Nano Daypack

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A revista de escalada LaCrux da Suíça testou a mochila Ultra-Sil Nano Daypack da marca Sea to Summit. Esse é um equipamento recomendado para quem pratica  trail running, trekking, cicloturismo e demais atividades outdoor. Porém, O principal diferencial dela é o seu peso. Com apenas 30g ela é considerada a mochila mais leve do mundo.

A mochila fechada cabe na palma da mão.

Entretanto, apesar do pouco peso, ela é ultra resistente e pode carregar até 20kg em seu interior e acomodar até 18 litros de carga. Ela é confeccionada em Nylon 15D e desenhada para ocupar o menor espaço possível quando fechada.

Assim, a LaCrux decidiu testar ela uma atividade mais exigente, a escalada em rocha. Os editores usaram ela em escaladas tradicionais de parede com várias cordadas na região de Alpstein e Furkaregion. Também a utilizaram para carregar equipamentos de Boulder, como magnésio e sapatilhas, água e outros suprimentos.

Possui o tamanho ideal para guardar suprimentos em um dia de escalada.

Na escalada tradicional eles a utilizaram para levar garrafa d’água, comida, lanternas, anorak e o celular. Segundo eles, ela correspondeu bem às expectativas e foi eleita a companheira de parede da dupla.  Enquanto não estavam na parede também usaram para carregar e organizar as comidas e água.

Eles também utilizaram a mochila Ultra-Sil Nano Daypack nas atividades do dia a dia  pequenos passeios de um dia, caminhadas bem como nas compras de mantimentos.

Também é recomendado para as atividades do dia a dia.

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Sobre o autor

Maruza Silvério

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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