Índia aymará trabalha há anos como cozinheira para expedições comerciais na Bolívia, mas nunca havia feito cume em uma montanha. Usando trajes típicos ela decidiu experimentar a sensação de chegar de chegar ao topo de uma montanha de 6 mil metros.
Índia aymará trabalha há anos como cozinheira para expedições comerciais na Bolívia, mas nunca havia feito cume em uma montanha. Usando trajes típicos ela decidiu experimentar a sensação de chegar de chegar ao topo de uma montanha de 6 mil metros.
Em 2013, pesquisando sobre lugares a conhecer nos arredores de La Paz Bolívia, descobri algumas fotos sem maiores detalhes – do Canõn de Palca (Cânion De Palca), que me fizeram pensar que valeria a pena. Após quinze dias intensos na Bolívia, na companhia de meu grande amigo Cristiano Cavagna, andando muito algumas vezes em passeios turísticos populares como o Chacaltaya e Isla del Sol e outros em lugares pouco visitados, como cinco dias andando pelos Andes no Circuito Illampu, em que partimos (e retornamos) de Sorata, nos sobrava ainda uns três dias para curtir La Paz e arredores.
A Cordilheira Real envolve de forma impressionante a cidade de La Paz, até parece que a espreita com um olhar ameaçador. Os acessos relativamente próximos, sua neve normalmente estável, as escaladas em geral seguras e os preços módicos da Bolívia são fatores que atraem os turistas, principalmente no inverno.
Conhecido informalmente por Morro dos Macacos ou do Tamboré, o Morro do Jaraguá-Mirim é uma simpática elevação urbana situada entre Santana do Parnaiba e Barueri que ganha o nome da fazenda na qual está inserida. Vizinho de um dos cartões-postais de Sampa, o Pico do Jaraguá, o Jaraguá-Mirim oferece do alto dos seus quase mil metros de altitude vista privilegiada da região norte da cidade. Programa sussa de meio-periodo, eis um roteirinho que começou no caótico Pq Imperial e findou na luxuosa Alphaville, revelando não apenas largas cristas e visus diferenciados da urbe. Mostra tb a desigualdade social separada apenas por um simplório e modesto acidente geográfico.
Há muito tempo ajudo pessoas a planejar escaladas em alta montanha, dando dicas e sugestões.Recentemente tenho realizado trabalhos de guia e por isso acumulo uma vasta experiência em lidar com pessoas que tentam realizar ascensões em montanhas de altitude. Através da reflexão destas experiências realizo aqui alguns comentários sobre as dificuldades normais enfrentadas pelas pessoas neste tipo de ambiente, e ainda comento como a cultura “normal” brasileira é uma barreira no enfrentamento destes problemas.
Homônima às elevações existentes a oeste de Cajamar, a Serrinha corresponde a um trecho desgarrado da tal Serra dos Cristais. Situada na divisa de Franco da Rocha e Francisco Morato e de altitude pouco significativa, o lugar não deve nada no quesito caminhadas no mato. Num terreno pertencente a enorme Faz. São Roque e coberto não só de mata secundária mas tb de reflorestamentos, este conjunto de morros, colinas e vales de várzea lembram uma versão reduzida da Serra do Itaberaba ou até de Itapetinga.
O britânico William Martin Conway, também conhecido como Barão de Allington foi um crítico de arte, político, cartógrafo e montanhista inglês que foi destaque em todos os seus campos de atuação no final do século XIX. Ele ficou famoso por ter explorado montanhas da Bolívia, Paquistão e o Aconcagua em seu tempo.
O Morro do Ciririca é uma montanha na Serra do Mar paranaense que tem apenas 1641 metros de altitude. Apesar de baixa, chama atenção não apenas o nome exótico, que de acordo com alguns tem a ver com o siri (aquele crustáceo que anda de lado), mas também pelo fato de ser a montanha com trilha consolidada mais distante da Serra e consequentemente se tornou um mito, de que é a montanha mais fodástica da região.
Com o intuito de preservar, para pesquisas futuras, amostras de glaciares de montanha ameaçados pelo aquecimento global, cientistas estão planejando enviar um navio repleto de gelo para a Antártica. O objetivo é manter ali, um dos locais mais frios da Terra, um novo depósito de exemplares dessas geleiras.
Durante a 2ª Semana Brasileira de Montanhismo, no dia 2 de Maio de 2015, ocorreu a 1ª premiação do Mosquetão de Ouro, onde a Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada (CBME) premiou os maiores feitos de montanhismo brasileiro do ano anterior.