Resultados da busca: Montanha para Todos (2416)

Notícias
2013: O ano mais trágico da História do Himalaismo
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O alpinismo é, por definição, uma atividade de risco. O montanhista de alta altitude tem que desviar de rochas e seracs em queda, evitar avalanches, contornar gretas e crevasses, enfrentar ventanias, nevascas e proteger-se de relâmpagos e raios. Não bastasse isso, tem que prestar atenção aos sinais de seu próprio organismo, para se precaver contra o mal de altitude, hipotermia, congelações, edema pulmonar e edema cerebral. E essas são apenas algumas das potenciais causas de fatalidade, há inúmeras outras mais.

Notícias
Os Alpes parte 2 – Andermatt, Suiça
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A segunda parada de nossa peregrinação nos Alpes é Andermatt, uma pequena cidade de 1.400 habitantes, localizada a 75 km ao sul de Lucerna e a 90 km a leste de Interlaken. Os prédios em estilo tipicamente alpino e as ruas limpas fazem de Andermatt um local bastante agradável. Todavia, situada em um vale plano (altitude de 1.450 m), cercado de montanhas mais baixas, o centro de Andermatt não oferece atrativos realmente importantes. No inverno, as encostas próximas do Nätschen e do Gemsstock (com acesso por teleférico) são frequentadas por esquiadores, que buscam preços mais acessíveis nesta região, se comparados aos de outros centros mais concorridos (como Zermatt ou Saint Moritz).

Aventuras
Familia de escaladores pela América do Sul – parte 1
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Infelizmente ou felizmente, muitas vezes, a rotina nos cega e só voltamos a enxergar a graça e a beleza da vida quando conseguimos quebrar esta rotina. É bom manter os olhos abertos para as maravilhas que nos cercam no nosso dia a dia, mas também é esta cegueira que nos faz ir ao quintal vizinho em busca de novas culturas, viver novas experiências e estarmos constantemente nos transformando em algo mais completo, mais inteiro e mais seguro de quem somos e das escolhas que fazemos.

Colunistas
Alpha – Ômega parte 2
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A noite estava fresca com uma brisa suave rompendo a cobertura de folhas e varrendo o solo dentro da depressão. Acima da copa das árvores o vento oeste assoprava com força e ainda vi uma ou duas aranhas descendo de rapel sobre o local do bivaque. Acordei algumas vezes com uma fisgada de dor na perna ou no cotovelo a cada virada de mau jeito. O Johny desmaiou em seu saco de dormir e o Elcio queixou-se de insônia enquanto o Lula e o Emerson bivacaram na pedreira mais acima.

Colunistas
Alpha – Ômega parte 1
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A cadeia de montanhas do Marumbi desde os primórdios da ocupação européia na baia de Paranaguá, em meados do século XVI, sempre ocupou lugar de destaque no imaginário das populações locais, mas foi somente no final do século XIX com o início da construção da ferrovia Paranaguá-Curitiba e a chegada dos engenheiros europeus contaminados pela febre do alpinismo que a montanha foi realmente conquistada. Coube ao farmacêutico José Olimpyo de Miranda, o Carmeliano, planejar e executar a primeira expedição conhecida que em 1879 galgou o cume vindo de Morretes, no litoral, pelo centenário Caminho do Itupava adentrando o Rio Taquaral até o Morro da Boa Vista e finalmente alcançar o Monte Olimpo, nome concedido em homenagem a sua ousadia. Mais tarde descobriu-se que de fato o ponto culminante da cadeia pertencia a uma elevação próxima, o Leão, batizado em homenagem a Bento Manuel Leão companheiro de primeira hora do Carmeliano na conquista do Marumbi.

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