É muito provável que as montanhas com o maior número de mortes no Brasil sejam o Pão de Açúcar e a Pedra da Gávea (*), entretanto, a estatística do Pão de Açúcar guarda algumas curiosidades devido a sua diversidade.
É muito provável que as montanhas com o maior número de mortes no Brasil sejam o Pão de Açúcar e a Pedra da Gávea (*), entretanto, a estatística do Pão de Açúcar guarda algumas curiosidades devido a sua diversidade.
Por mais que me digam que o número de praticantes no esporte de montanha diminuiu, gosto de acreditar em dias melhores para lojistas e atletas que dependem de patrocínio para continuar competindo. A solução para atrair novos e antigos investidores está justamente nos eventos e competições, e se abertas a todos melhor ainda!
O paulista Cesar Grosso conta os dias para o brasileirão!
Adentramos então na mata, acompanhando precárias e discretas marcas na vegetação (fitas), pra em seguida escalaminhar um pequeno córrego durante um bom tempo, sempre ganhando altitude. Ate então a pernada estava bem tranqüila, mas td q é bom dura pouco já q o rio e as fitas haviam sumido faz tempo e a encosta cedeu espaço prum matagal dos infernos, repleto de bambus podres, cipós espinhentos e nuvens de pernilongos! Bussola na mão e mato no peito, avançamos montanha acima resolutos a alcançar o tal colo da montanha. Mas logo percebemos q havíamos desviado pra esquerda alem da conta, pois agora escalaminhavamos uma encosta quase vertical em meio a bromélias gigantes e mto chão-falso, onde raízes aéreas forradas de folhas formavam verdadeiras armadilhas pra gente! Dito e feito, o GPS do Mamute indicava q estávamos quase no cume do Tangará! Percebido o equivoco, bastou apenas desviar abruptamente pra direita, na diagonal, e descer ate encontrar o tal selado! E lá fomos nos rasgando novamente mato com no peito, onde felizmente a chuva já havia cessado a um tempo e as frestas no arvoredo possibilitaram avistar perfeitamente o Ciririca e o Agudo de novos ângulos.
A corrida continua. A sul coreana Oh Eun Sun, com 13 dos 14, já está no Annapurna se preparando para atacar o cume. Enquanto isso, a espanhola Edurne Pasaban, com 12 dos 14, já está no Shishapangma ainda preparando os acampamentos de altitude. A austríaca Gerlinde Kaltenbrunner com 12 dos 14 se prepara para escalar o Everest em abril próximo.
Após uma parada básica em São José dos Campos para uma dose de força no murin do “Purga“, partimos para o estilo clássico de escalada na Pedra do Baú.
A maior parte dos alpinistas precisa de dois dias para escalar a traiçoeira parede norte do pico Eiger. Mas, se você fosse Ueli Steck, o alpinista mais rápido da Suíça, você poderia fazê-lo em menos de três horas.
Entre treinos de escalada e corrida, passei o final de semana acompanhando dois eventos alucinantes destas duas modalidades que eu amo!
O despertador chama as cinco em ponto e imediatamente pulo da cama. É uma noite quente e curta, alguns sabiás já despertos enchem a madrugada com seu canto e visto as roupas de batalha. Nada além de calção, camiseta, um agasalho de pille e as botas de caminhada, tomo um rápido café enquanto a Solange prepara os sanduíches para a primeira jornada. Minutos depois estamos a caminho para apanhar o Elcio e o Batista que nos esperam na outra extremidade da cidade.
Fotos de Elcio Douglas Ferreira
Com um pouco de tempo, disposição e criatividade, podemos tornar passeios domésticos de um dia em aventura de final de semana . É o caso da conhecida travessia q sai do vilarejo de São Francisco Xavier e vai ate a mineira Monte Verde. Tradicionalmente feita em 10km pela Trilha do Jorge, antigo trilho tropeiro q fazia a ligação das fazendas das Gerais (MG) e o Vale do Paraíba (SP), pode ser perfeitamente emendada com sua variante oriental, a Trilha Sta Cruz, saindo (ou voltando) da fazenda homônima. Temos assim um circuitão semi-pesado p/ 2 dias, q começa e termina na pacata SF Xavier, subindo a Mantiqueira em meio à exuberante Mata Atlântica.