Resultados da busca: serra do mar (1763)

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O Lobisomem de Biritiba-Mirim
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Fazia tempo que não pisava no “Sertãozinho do Tietê”, em Biritiba-Mirim (SP), mas a noticia recente do falecimento do seu personagem mais folclórico me fez lá voltar estes dias. Com seu chapéu surrado, facão na cintura, cigarro na mão e lata de Itaipava na outra, Seu Geraldo era figura carimbada pra quem tivesse o posto da Balança como ponto de partida pra suas aventuras. Também conhecido como “Lobisomem” e entendedor daquelas matas como ninguém, Seu Geraldo foi quem mais me norteou em descortinar aquele pouco conhecido sertão da Serra do Mar. Este relato é dedicado a ele, onde refiz um circuito proposto por esse velho mateiro, indo atrás da “Cascatinha do Grotão” e tentando entender melhor quem realmente ele foi.

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O Castelo de Caieiras
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Caieiras está situada a 40km da Grande São Paulo e sua historia é fortemente ligada à Cia Melhoramentos. Contudo, antes da empresa trazer o desenvolvimento á região, a produção de cal era intensa e escoada pelos trilhos da “E.F. Perus-Pirapora”. Sem nada planejado retornei então á Reserva Florestal Alfredo Weiszflog, a “Reflora”, afim de andarilhar por veredas do setor sudeste, situadas aos pés da Serra do Tico-Tico, numa breve pernada de menos de 15kms que partisse de Perus e fosse até Caieiras. Pra minha surpresa, trombei com o lendário forno de cal que inspirou o nome do município, patrimônio histórico inestimável similar aos “Fornos de Ponunduva”, de Cajamar. Com um diferencial significativo: este quase “castelo medieval” está bem melhor conservado.

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O Pico da Bandeira
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Acho que a primeira vez que fiz uma montanha importante foi o Pico da Bandeira, antes mesmo do Agulhas Negras, que fica tão mais próximo de mim. Devo ter subido ao cume umas cinco vezes, mas até hoje nunca fiz a trilha (mais curta e íngreme) pelo Espírito Santo.

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Cambé: Parques e cachus
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Distante a menos de 20km de Londrina (PR), Cambé é um municipio situado a leste da “Capital do Café” que já teve suas terras totalmente cobertas de florestas onde já moraram diversos povos indígenas. Com a urbanização promovida pelo “homem branco” na década de 30, as florestas deram lugar a extensos campos destinados á agropecuária. Contudo, remanescentes da antiga vegetação nativa persistem isolados aqui e ali, garantidos como reservas. Eis a nossa visita e estes parques desconhecidos (senão esquecidos) com direito até incursão numa simpática cachoeirinha. Estas são mais algumas pequenas surpresas naturebas que o Terceiro Planalto de Guarapuava esconde em sua aparente monocromia horizontal.

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A Rota Visual para o Pico Ciririca
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Há muito tempo estávamos sonhando com a aventura. Paulo Marinho depois de algumas tentativas frustradas de atingir o Ciririca, estava mais animado do que nunca. O Paulo Brachmann, também; na véspera da saída comprou botinha, saco de dormir e outros apetrechos. E eu, há meses vinha sonhando com o Tucum.

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A Travessia da Reflora
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Vinculada à Cia Melhoramentos e popularmente conhecida como “Reflora”, a Reserva Florestal Alfredo Weiszflog é uma vasta área repleta de morros, reflorestamento, mata ciliar, riachos e muita vida animal. Agregando uma extensão da Serra do Tico-Tico e do Morro da Pedreira, esta reserva leva o nome de um dos grandes diretores da empresa e sua função é suprir a mesma de matéria prima, embora uma boa parte esteja sob proteção ambiental. Por conta de suas dimensões superlativas e altos visus, o lugar é paraíso dos adeptos duma magrela, o que não impede que também possa ser desfrutada em duas pernas. Eis aqui uma puxada pernada de quase 25kms que começou em Perus e findou aos pés do Morro do Rosário, já nos limites de Jordanésia.

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A Pedra Roxa de Guarulhos
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O “Morro da Pedra Roxa” é a forma genérica de como aventureiros de Guarulhos (SP) designam um conjunto de morros interligados que antecede a Serra da Cantareira. Conhecido da galera off-road pelos circuitos realizados na sua base, seu agregado de suaves elevações forradas de capim varrido são também desculpa pra curtos passeios ao ar livre e belos visus, alguns com direito até acampamento. Aproveitando um dia qualquer, me pirulitei curioso em conhecer o lugar. O que vingou num agradável breve rolê urbanóide e de baixo desnível que começou na “Pedra Roxa” e foi além do “Morro do Macaco”, 8kms a leste. Noutras, um bate-volta simples que revela uma simpática serrinha doméstica na zona norte da capital paulistana.

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