Resultados da busca: serra do mar (1763)

Colunistas
O Alto do Sabiá
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Além de se localizar na divisa com o município de São Roque, o pacato bairro de Amador Bueno figura também como ponto final da linha 8 da CPTM. Situado a oeste de Itapevi (SP) e envolto por bela paisagem verde, o bucólico lugar ainda passa por desenvolvimento apesar do seu núcleo principal ter nascido as margens da E.F. Sorocabana, inicio do século passado. E tal qual o famoso bandeirante que emprestou o nome ao bairro, resolvi xeretar a simpática morraria localizada na direção noroeste do vale do Córrego do Sabiá. Emendando estrada de chão, trilha e até mesmo os trilhos desativados da antiga ferrovia taí um circuito sussa de meio período que palmilha, em pouco mais de 10kms, os altos e baixos deste rincão rural pertinho de Sampa.

Notícias
Os vencedores do Prêmio Mosquetão de Ouro 2016
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Inspirando-se no prêmio Piolets d’Or, a Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada (CBME) lançou o prêmio Mosquetão de Ouro em 2015. Essa premiação visa celebrar a paixão, o espírito e os valores, bem como os feitos de atletas e pessoas do montanhismo brasileiro. O prêmio objetiva incentivar o estilo ético e limpo de ascensões e conquistas de montanhas, trilhas de montanhismo e vias de escalada. Inovação, experiência, respeito e feitos atléticos serão considerados no processo de premiação. Veja os vencedores do ano de 2016:

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A cachu do Belval
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Situado as margens da Rod. Castelo Branco, o Jardim Belval é um pacato bairro de Barueri (SP) cuja origem remonta a um loteamento que se desenvolveu com a chegada da EF Sorocabana. Contração carinhosa de “Belo Vale”, o bairro ainda surpreende fazendo jus ao nome, embora sua urbanização tenha sepultado boa parte de suas belezas naturais. Eis mais uma brincadeirinha matinal, breve e sussa que, bem no meio da cidade, revela uma bela queda cercada de muito verde. Aliás, local que por pouco não se tornou área de proteção ambiental e cujo nome teria sido “Parque Natural Municipal Cachoeira do Belval”.

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A Pedra do Carcará
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Na ocasião dum tchibum na “Cachu da Comporta”, coisa de meses atrás, um local comentou dum morro relativamente próximo que despertou meu interesse. O nome era “Pedra do Carcarᔠe foi lá mesmo que fui meter as caras num domingão preguiçoso sem nada pra fazer. Situado no miolo do serrote florestado que se espicha na divisa de Mairiporã e Franco da Rocha, o acesso aos quase 1030m do seu topo é bem fácil e se dá numa região com sugestivo nome de Campos de São Benedito. Sim, é uma formação rochosa modesta e quase urbanóide, cujo desnível não passa dos 400m mas que demanda vigorosa caminhada de aproximação. Como prêmio, a bela paisagem do alto de sua larga e extensa rampa rochosa assim como de todo quadrante oeste de Francisco Morato.

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A cascatinha do Voturuna
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Alcançar um cume ou topo serrano é sempre algo gratificante, mas atire a primeira pedra quem nunca desejou ter “algo mais” nas alturas, pra acompanhar ou celebrar de forma refrescante uma árdua conquista? Sim, me refiro a presença em abundância do precioso liquido, quase sempre racionado em qualquer rolê com desnível significativo.. água! Pois na Serra do Voturuna ela é encontrada em abundância na cota dos 1.100m de altitude! E o melhor, com direito a cascatinha e pocinho pra tchibum! Eis o relato de mais um bate-volta sussa, refrescante e de cerca de 15km nos arredores de Pirapora do Bom Jesus.

Artigos
Sumário do Montanhismo Brasileiro em 2015
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Seguindo a compilação dos anos anteriores, o presente artigo tem o intuito de sumariar as atividades brasileiras mais destacadas em alta montanha e big walls no exterior no ano de 2015, englobando escaladas aos Andes, Patagônia, Yosemite, Europa, Ásia, África, Circuito dos 7 Cumes etc.

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A trilha do Bueirão
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Porta de entrada pra Paranapiacaba, Rio Grande da Serra tem atrativos naturebas que passam despercebidos diante sua ilustre vizinha inglesa. Aldeamento que nasceu as margens da São Paulo Railway em 1867, Rio Grande tem pedreiras, morros, riachos e uma gde represa que além de ser braço da Billings leva o nome do maior tributário que tb nomina a cidade. Aproveitando então meio período de um dia de tempo horrível, fui xeretar as rotas que bordejam o espelho d’água supracitado, q nada mais são velhas estradas de manutenção desativadas. Eis um breve circuito por uma tal de “Trilha do Bueirão”, que se não mudar sua opinião de “patinho feio” do lugar, serve ao menos pra outras coisas: caminhar sentindo o cheiro de mato, apreciar com novo olhar o belo sistema Rio Grande e ter noção da real situação da outrora crise hídrica de São Paulo.

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