Sobre o Autor

Antonio Paulo Faria - Colunista

Antonio Paulo escala há tanto tempo que parece que já nasceu escalando... 30 anos. Até o presente, abriu mais de 200 vias no Brasil e em alguns outros países. Ele gosta de escalar de tudo: blocos, vias esportivas, vias longas em montanhas, vias alpinas... Mas não gosta de artificiais, segundo ele "me parecem mais engenharia que escalar propriamente". Além disso, ele também gosta de esquiar, principalmente esqui alpino no qual pratica desde 1996. A escalada influenciou tanto sua minha vida que resolveu estudar geografia e geologia. Antonio Paulo se tornou doutor em 1996 e ensina em universidades desde 1992. Ele escreveu sobre escalada para muitas revistas nacionais e internacionais, capítulos de livros e inclusive um livro. Ou seja, ele vive a escalada.

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A Escalada de Blocos no Brasil
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Existe um certo preconceito em relação à escalada de blocos (bouldering) por parte de muitos, mas não podemos menosprezar a importância desse tipo de escalada, que apesar de ser um segmento próprio, pode servir também como base para todas as outras formas de escalada, passando pela a esportiva, grande parede e alpina. É dessa forma que o verdadeiro escalador deve pensar, aquele que tem filosofia e respira escalada. Escalador mesmo deveria gostar de tudo e escalar qualquer coisa. Mas aqui vamos um pouco de história da escalada de bloco no Brasil.

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Nova Geografia da escalada carioca
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Antes de entrar no assunto do título, cabe aqui uma curiosidade: por que o escalador esportivo chama o início da via de “saída”? A entrada não existe? Ou será porque a maioria das vias terminam no meio do nada? Não tem cume… Já as vias em montanhas tem entrada (início) e saída (cume), quando a descida e feita por caminhada ou por outra via. Não faço a menor ideia onde e quem começou esta situação sem nexo. Imagine um sujeito apontando uma linha de escalada para outro indivíduo – “Ôoo prego, a saída da via fica ali, perto do bloco! Não está vendo?” – Qualé seu energúmeno, se a saída é ali, então por onde eu entro?” – Isto não parece estranho para você que tem um senso geográfico mais apurado?

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Reajuste do sistema brasileiro de escalada
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A grande maioria dos escaladores brasileiros praticam a escalada esportiva, e já usam há muito tempo 8c no lugar de VIIIc, ou 9a no lugar de IXa. Entretanto, 9a brasileiro (5.12d americano) é muito diferente de um 9a francês (5.14d americano), perceberam a enorme confusão? Ora, se a grande maioria não usa mais os números IVX, para que insistir nisso? Temos que reajustar a forma de representar o nosso sistema de graduação, sem perder o que foi feito antes.

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Montanhismo Politico… Não!!!
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“Não podemos fixar uma data para o começo do montanhismo no Brasil, muito menos achar a paternidade, porque nada disso aconteceu. O montanhismo brasileiro simplesmente apareceu de forma natural talvez entre os séculos XVII e XIX e evoluiu por conta dos próprios brasileiros e também dos imigrantes”(*)

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O Amadurecimento da Escalada Brasileira
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&ldquo,Amadurecimento&ldquo, talvez seja a melhor palavra para definir o estágio em que se encontra a escalada esportiva e de grandes paredes no Brasil, e alpina, praticada por brasileiros fora do país. Isso pode ser provado pelo a quantidade de escaladores com idade acima dos quarenta anos, que continuam escalando em padrão elevado. Isso gera qualidade, experiência, conhecimento, ou seja, podemos entender isso como amadurecimento, não apenas das pessoas, mas da escalada também.

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Escalando rápido
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Mostrarei aqui alguns procedimentos que podem tornar suas escaladas em paredes muito mais rápida e agradável. Rapidez pode significar: segurança, conforto, melhora da auto-estima e mais tempo disponível. Escalando rápido, paradoxalmente podemos ficar menos cansados, consumimos menos água e comida. No final do dia, a recompensa é maior. Enfim, aqui vão alguns conselhos.

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