Sobre o Autor

Parofes (in memorian) - Colunista

Parofes, Paulo Roberto Felipe Schmidt (In Memorian) era nascido no Rio, mas morava em São Paulo desde 2007, Historiador por formação. Praticava montanhismo há 8 anos e sua predileção é por montanhas nacionais e montanhas de altitude pouco visitadas, remotas e de difícil acesso. A maior experiência é em montanhas de 5000 metros a 6000 metros nos andes atacameños, norte do Chile, cuja ascensão é realizada por trekking de altitude. Dentre as conquistas pessoais se destaca a primeira escalada brasileira ao vulcão Aucanquilcha de 6.176 metros e a primeira escalada brasileira em solitário do vulcão ativo San Pedro de 6.145 metros, próximo a vila de Ollague. Também se destaca a escalada do vulcão Licancabur de 5.920 metros e vulcão Sairecabur de 6000 metros. Parofes nos deixou no dia 10 de maio de 2014.

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Depois de um hiato de 52 dias…
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Depois de um hiato de 52 dias longe das montanhas após a visita ao Marins com o Pedro e com a Camila, finalmente volto à estrada dando boas vindas ao inverno brasileiro que começou no dia 21. Cansado de lutar contra a agenda pessoal por fim venci e consegui um espaço pra mim. Felizmente pude acertar (mesmo que parcialmente) as contas com um belíssimo parque nacional. Eis a aventura…

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O que é fotografia em cut out?
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Assim que ler o título e o comecinho do texto, você poderá achar que nada tem a ver com o alta montanha e ao que o portal se propõe. Na verdade tem muito. Muitos de nós montanhistas somos fotógrafos não profissionais, mas de coração. A fotografia faz parte de nossa identidade “montanhística”. É nossa ferramenta para dar um “pause” no tempo e no espaço, guardando aquela vista para sempre na memória da caixola e da câmera fotográfica para posterior registro. Dentro do universo da fotografia uma modalidade me chama muita atenção. São os cutouts (ou cut outs). Vou falar um pouquinho sobre isso e deixar um rápido tutorial de como fazê-lo.

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O Marins dá gases!
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Olha vou contar uma coisa pra todos, se tem uma montanha que adiei por muito tempo foi esta. Nos últimos 45 meses marquei “N” vezes pra fazer a travessia Marins – Itaguaré, uma das mais tradicionais pro montanhismo nacional, mas nunca rolava por algum motivo. Cancelamento meu ou da companhia, da carona, tempo ruim, falta de grana, enfim, alguma coisa sempre atrapalhava. Desta vez não atrasei mais, entretanto a pendência do Itaguaré continua! Uma segunda visita ainda este ano tem que rolar. Em relação ao título do relato, bem, a explicação será evidente no decorrer da leitura!

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Reatech 2011
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Para quem não sabe, a Reatech é a Feira Internacional de Tecnologias de Reabilitação, inclusão e Acessibilidade. Ano passado eu e lili fomos lá e chegamos até a assistir uma palestra sobre espeleologia para cadeirantes bastante interessante. Em 2011 eu tinha mais que obrigação de comparecer, explico:

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As montanhas encurtam distâncias
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Parece uma afirmativa meio sem sentido, longe disso. No decorrer deste texto o leitor terá consciência de que o velho ditado de Maomé (“Se a montanha não vem a Maomé, Maomé vai à montanha”), que surgiu por causa de uma situação de cunho religioso, na verdade carrega consigo na comunidade de escaladores e alpinistas um sentido diferente, essencialmente social. Uma verdadeira globalização do montanhismo como um todo.

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Persistência brasileira no Cotopaxi
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Tentei uma vez e o tempo não ajudou, me fazendo voltar a 5.240 metros. Tentei uma segunda vez com previsão de tempo perfeita, mas o tempo não quis seguir o protocolo e não pude sequer sair do refúgio, pois nevava forte e havia uma fina camada de verglass do lado de fora do refúgio. Novamente, todos que ousaram sair voltaram. Alguns dias se passaram e acabei decidindo por subir de novo ao ônibus até o parque, não podia voltar do Equador sem ver esta cratera!

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