Argentina reabrirá fronteiras para países vizinhos

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Depois de uma longa e difícil quarentena, o ministro do Turismo e Esporte da Argentina, Matías Lammens, anunciou que o país deverá reabrir suas fronteiras para turistas vindos de países vizinhos. A notícia animou montanhistas e trekkers que estavam planejando visitar os atrativos naturais e montanhas argentinas nesse verão. Todavia, o Aconcágua, a principal montanha dos Andes, deverá permanecer fechada para a escalada e caminhadas com mais de um dia.

Brasileiros poderão visitar Argentina.

As fronteiras serão reabertas a partir do dia 2 de novembro. O acesso ao país se dará apenas por voos comerciais, uma vez que as fronteiras terrestres deverão permanecer fechadas. Os visitantes oriundos do Uruguai também poderão acessar o país pelas vias marítimas.

Brasileiros, uruguaios, chilenos, paraguaios e bolivianos poderão entrar no país vizinho, entretanto será necessário apresentar atestado de PCR negativo para Covid-19. Não será exigido um período de isolamento, entretanto as autoridades ainda estão analisando a necessidade de realizar um novo exame após a chegada no país.

“Tomamos a decisão pelo impacto econômico que a pandemia está tendo no setor. A abertura das fronteiras vai nos permitir medir o fluxo de turistas. Vamos ver como funciona a partir de novembro e como evolui para tomar uma decisão com relação aos outros países. Mas, no momento, não estamos pensando em abrir para a Europa ”, disse Lammens ao La Nacion.

Para visitar a Argentina também será necessário apresentar um seguro médico que cubra despesas de tratamento com o Covid-19.

 

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Sobre o autor

Maruza Silvério

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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