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Aventuras
Kilimanjaro Parte 4: Começa a jornada pela rota Machame
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O acampamento Machame fica a 3000 metros de altitude. Nesse primeiro dia caminhamos em meio a floresta, com gigantes árvores, uma trilha demarcada. Muito bem organizado o parque, o dia um pouco nublado, era nesse trecho onde poderia chover e por isso nas informações do e-mail de orientações do “Tio” aos seus clientes era de que as botas fossem IMPERMEÁVEIS. Assim veio o e-mail, com letras garrafais…

Aventuras
Kilimajaro Parte 3: No vilarejo de Mochi.
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Fomos recebidas pelo motorista do transporte, e levadas para o Hotel em Mochi. Já no caminho pudemos ver em destaque, ao longe, no plano relevo, aquela que seria nossa casa nos próximos dias. O Monte Kilimanjaro. E também pudemos observar pelo caminho, um pouco do povo do vilarejo e arredores, e seu modo de viver. Da África eu só conhecia o Egito, e já percebi a grande diferença entre este, que visitei anos antes numa viagem de mergulho, e a Tanzânia, a terra do Kilimanjaro. No Egito há pobreza, mas tentam escondê-la atrás de muros por onde os turistas circulam. Guaritas com soldados armados em muitas esquinas, prédios antigos, prédios novos. Já em Mochi, a falta de recursos na periferia que circunda o vilarejo é mais notada. Poucos turistas nas ruas, a grande maioria é de moradores da região.

Aventuras
Ojos del Salado
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Relatamos aqui nossa primeira expedição de longa duração sem o apoio de guias especializados, para a qual organizamos nossa logística e fomos responsáveis pelo próprio transporte e roteiro.
Descrevemos cada etapa desta viagem, que partiu da altitude mínima de 4m (Joinville, nossa casa), chegando à máxima de 6.893m: o cume do Vulcão Ojos del Salado.

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Arapongas
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Em 2012, nossa amiga Rossana Reis postou no Facebook algumas fotos de uma expedição que ela havia realizado lá para as bandas do Marco 22 na Serra da Graciosa, na companhia do Julio Fiori, Natan Fabrício e outros montanhistas bem conhecidos e que sabe-se serem muito experientes. Naquela época, embora já contássemos com várias investidas nas montanhas e morros da Serra do Mar, aquela empreitada nos parecia “coisa de gente grande”. Não era pra menos, quando vimos o calibre do time que havia se embrenhado naquelas matas com o objetivo de chegar ao Ibitira Mirim, ou Arapongas, de imediato percebemos que se quiséssemos atingir aquele cume, teríamos muito trabalho pela frente e várias incursões de reconhecimento a fim de evitar que saíssemos de lá resgatados pelo Corpo de Bombeiros. Brincadeiras à parte, sabíamos que aquele time era composto de “pesos pesados” do montanhismo, e nós, sempre acostumados a aquelas trilhas bem batidas dos PP’s e Tucuns da vida, teríamos que avançar a passos lentos por aquele emaranhado de trilhas do Marco 22, pois nessa época o GPS nos parecia um instrumento bastante antipático.

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