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PEDRA DO FRADE – Parte 1
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Ate pouco nada conhecia do Pico do Frade senão q era um dedo rochoso apontando p/ céu no litoral de Angra, nas escarpas do PN Bocaina, o fato de nem ser o pto máximo da região lhe vale um certo anonimato. No entanto, ao tomar conhecimento q boa parte das empreitadas a este ilustre ´desconhecido´ eram verdadeiras epopéias q nem sempre terminavam c/ sucesso, os olhares ávidos por novos desafios voltaram-se p/ ele, claro. A junção de fatores tempo bom, desnível íngreme de 1000m, alta umidade, brejos, mata atlântica densa, mosquitos e atenção redobrada nas varias bifurcações fazem do Frade um ótimo programa p/ quem se dispuser decididamente a uma caminhada árdua e selvagem, porem recompensada com alto visu da bela baia de Ilha Grande, naturalmente.

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No topo do centro do continente
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O Morro de São Jerônimo consta como pto culminante da Chapada dos Guimarães, no interior do cerrado mato-grossense. Entretanto, suas medidas acanhadas (meros 850m) se comparadas a qq outra montanha brasileira ganham dimensões absurdas, quase sobrenaturais, se colocadas lado a lado c/ imaginário e as crenças da região pelo fato dele estar próximo do marco geodésico q indica o pto eqüidistante entre o Pacifico e o Atlântico. E basta apenas um dia e 24km de caminhada (ida e volta) p/ ganhar o alto desta pitoresca montanha q, além de marco na paisagem da região, é onde a verticalidade rubra dos paredões do Planalto Central limita a horizontalidade esmeralda da Planície Pantaneira p/ compor este belo cenário no coração da América do Sul.

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SERTÃO ZEN: BATE-VOLTA NO CERRADO GOIANO
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Encravada na Chapada dos Veadeiros (GO), porem fora dos limites do Pq Nacional, a jornada até a Cachu do Sertão Zen é um dos programas selvagens relativamente simples q, c/ bom tempo e senso de direção, pode ser realizada num dia corrido ou tranquilamente em 2, mas c/ pernoite no mato. De quase árduos 16km de extensão em meio à beleza do cerrado, burutis, sempre-vivas e velosias traçam o percurso sobre um mirante de onde se avista tb a extensão da chapada, ate alcançar o alto da imponente cachu, onde temos a nascente e a deslumbrante visão do Vale do Rio Macaco, alem dos enormes paredões de quartzito desta bela e exótica região do Planalto Central.

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Costa dos Coqueiros – De Arembepe à Mangue Seco – 7º e 8º dia
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7º DIA – CONDE, POÇAS, SIRIBINHA, COSTA AZUL. – Pra variar, acordei c/ o corpo moído + uma vez as 6hrs, aproveito pra enrolar e descansar + um pouco, alem de dar uma arrumação e ´faxina´ no interior da barraca, repleta de areia. Isso ate qdo os primeiros raios alcançam a lona, avisando q é hora de zarpar. O dia promete, e à leste um tênue arco-íris torna a paisagem mais encantadora.

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Costa dos Coqueiros – De Arembepe à Mangue Seco- 5º e 6º dia
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5º DIA – DE SUBAÚMA A BAIXIOS – Sexta acordei as 6 hrs, sob céu nublado claro e s/ vento algum. Após rápido café, tento secar a barraca, levanto acampamento e dou inicio à pernada daquela manhã. Embora a margem de chão seja ampla, há muita areia fofa misturada à molhada, dificultando aquele começo de dia, junte-se a isso o peso extra do equipamento molhado. Paciência tinha q aproveitar q não havia sol p/ render pernada naquela manha.

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Costa dos Coqueiros – De Arembepe à Mangue Seco – 3º e 4º dia
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3º DIA – DO LUXO DA PRAIA DO FORTE À RÚSTICA STO ANTONIO – Levantei antes do sol emergir no horizonte e parti por volta das 5:30, sentindo algumas dores musculares nas pernas, assim como um pouco queimado. A maré não tava tão baixa assim e normalmente sempre as primeiras hrs da manha eram razoavelmente difíceis de andar: numa faixa semi-estreita e misto de areia firme e fofa, q no decorrer da manha ia se alargando cada vez +. Ainda sim, o frescor daquele inicio de dia era bem + estimulante q o sol escaldante da tarde. A praia estava deserta, o sol saia timidamente porem razoavelmente encoberto, e não havia vento algum. Os coqueiros se sucedem no mesmo compasso q as poucas habitações, todas desertas, onde apenas siris e quero-queros reclamam da minha presença.

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