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LENÇÓIS MARANHENSES A PÉ!!! – P3
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DE QUEIMADA DOS BRITOS ATÉ SANTO AMARO DO MARANHÃO
De madrugada choveu ininterruptamente. Felizmente o sobreteto tava bem firme pq chovia com vento forte. Contudo, foi inevitável q começasse a pingar aqui ou acolá no interior da barraca. Porem, meu cansaço e sono eram indiferentes a tal detalhe, q só percebi ao acordar molhado na manha seguinte, as 6:00hr. As paredes estavam totalmente úmidas e havia pequeninas poças c/ areia dentro. Chovia lá fora e fiquei aguardando parar p/ poder começar a pernar naquele dia, enquanto aproveitei p/ tomar café e dar uma limpada no interior.
Texto e Fotos: Jorge Soto

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LENÇÓIS MARANHENSES A PÉ!!! – P2
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DIA INTERMINAVEL ATE O ´OASIS´ BAIXA GRANDE
Pra não tomar o forte sol da tarde, compensei pernando antes da alvorada. Despertei antes das 4 da madru, tomei café e levantei acampamento, c/ tempo ameno e alguma brisa vinda do norte. O destaque, porém, não foi o céu limpo e estrelado, e sim a maravilhosa lua cheia q iluminava a paisagem diante de mim, as outrora ondulações de areia douradas agora eram espetacularmente prateadas!!! C/ claridade perfeita e visu + q inspirador, comecei a andar, deixando lentamente as lagoas e a faixa de restinga lá pra atrás. O brilho da lua refletido em laminas de água dissiparam meu receio de não achar o precioso liquido naquele dia, pois carregava quase 4L de água caso no trajeto td estivesse seco. Joguei fora, permanecendo apenas c/ a garrafa básica de 1,5L q levo permanentemente.
Texto e Fotos: Jorge Soto

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LENÇÓIS MARANHENSES A PÉ!!! – P1
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São muitos os adjetivos q fazem do Pq Nac. dos Lençóis a maior atração do Maranhão. Razões + q suficientes p/ conferir de perto este local q é realmente de paisagem surreal, composta de uma mistura impar de dunas douradas, lagoas cristalinas, oásis verdejantes e habitantes simples e hospitaleiros, q tem sua rotina – e vida – regida pelo capricho dos ventos. O desafio de conhecer td aquilo na base da pernada era tentador em demasia de passar batido, ainda + pra quem curte caminhar, convive c/ um perrengue e quer experiências q vão alem do passeio-de-mão-dada oferecido por agências. Assim, encarei a parada sozinho – munido apenas de bússola e uma info prévia – apenas pra ter 2 certezas: q a Travessia dos Lençóis, saindo de Barreirinhas e finalizando em Sto Amaro, requer apenas disposição, já q é uma caminhada de 65km percorridos em 3 dias árduos mas q não oferece maiores problemas de navegação, e constatar tb q o local realmente faz jus aos adjetivos q lhe são dirigidos.
Texto e Fotos: Jorge Soto

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Escalada no Condoriri
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Não há como chegar a um cume elevado a não ser se aclimatando. Por isso, no segundo dia após chegar em La Paz, aproveitamos um tour ao Chacaltaya para escalaminhar os últimos 250 metros entre os dois cumes

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Escalada no Condoriri
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Não há como chegar a um cume elevado a não ser se aclimatando. Por isso, no segundo dia após chegar em La Paz, aproveitamos um tour ao Chacaltaya para escalaminhar os últimos 250 metros entre os dois cumes

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Travessia da Serra do Ibitiraquire
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De dentro do ônibus lotado, vimos a serra ficar para trás, com seus cumes encobertos pelas nuvens. A travessia até a Graciosa tinha, pela terceira vez, morrido no Ciririca. Apesar disso, eu estava tremendamente satisfeito por ter feito algo que poucos já realizaram: ir de Bairro Alto até a Fazenda Bolinha, esticando até o Ciririca, num total de nove montanhas diferentes!

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RASGANDO A SERRA FINA AO MEIO!!! – P1
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O isolamento, a altitude acentuada, a escassez de água e espaço tornam a Serra Fina uma das travessias + difíceis e emocionantes do Brasil, cujo pto alto é a subida da Pda da Mina, pico culminante da Mantiqueira. Se assim já é difícil, imagine realiza-la no sentido Norte-Sul, transversalmente? Pois foi isso mesmo q fizemos em 5 árduos dias: saímos de Queluz, escalaminhamos o Rio Claro até sua nascente por encostas repletas de mato e pedras escorregadias feito sabão, ate atingir o cume da 4º maior montanha do país, p/ depois descê-la pela crista oposta rumo Bairro do Paiolinho. Radical, selvagem e intensa ao extremo, enfrenta-se paredões verticais íngremes, abre-se c/ facão mata fechada e embrenha-se por mares de capim-de-anta afiados, alem de enfrentar frio e vento cortante c/ temperaturas negativas. Preço justo q se paga p/ fazer parte dos poucos q já conquistaram os 2.798m da Pda da Mina desta forma nada convencional. Td isso emoldurado por montanhas acima dos 2mil metros. Alem de proporcionar novas vistas espetaculares da região + alta do estado, de incontáveis cachus e piscinões de água límpida, esta pernada se caracteriza tb por ser + longa, + difícil,+ bonita. E muito, muito + perigosa.
Fotos José Augusto C.

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