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PATI, A TRAVESSIA DA CHAPADA – 1
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A Chapada Diamantina é uma miragem de pedra, alta e colorida no meio dos tons ocres e secos do sertão baiano. O relevo e as chuvas no verão promovem a profusão de rios, vegetação rica e abundante, grutas, cachoeiras e serras. E tem a tradicional ´Travessia do Vale do Pati´, q embora fosse + uma pernada dentro da mega-pernada q me propusera, a travessia do Capão ate Andaraí tinha lá o seu status de ser a ´mais famosa do país´, ´a Santiago de Compostela tupiniquim´, a ´travessia do Brasil´, entre outros tantos predicados. Quiçá pq esse trecho fosse um dos q melhor resumem esse espetáculo repleto de cenários e detalhes interessantes. Era ver pra crer.

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Neurônios Fritos – 5 VII A3 240 metros
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Uma das vias de parede mais conhecidas do Brasil a “Neurônios Fritos” 5 VII A3 250m, aberta em 1992 pelos Montanhistas Eliseu Frechou e o mítico Bito Meyer foi e ainda é uma via de respeito! Um teto em A3 seguida por uma cordada de VII bem exposta na qual o guia cai em cima do segue, eram as cordadas crux. Algumas proteções estariam em péssimo estado, poderia haver marimbondos no teto e é claro aquela sugeirinha típica de vias com poucas e esparsas repetições eram mais algumas dificuldades que poderíamos encontrar.

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As 48 Horas do Quiriri – parte 2
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A travessia interestadual morro do Araçatuba (PR) – Monte Crista (SC) ainda é pouco conhecida do público montanhista. Comparando-se com outras travessias em montanha no Brasil, percebe-se que ela é uma das mais longas, se não a mais extensa, com cerca de 60 km de trilha. Todas as histórias anteriores relatavam que as equipes levaram 4 ou 5 dias para completar seu percurso. Completar a travessia em tempo recorde foi um desafio que encheu os olhos do Elcio, disposto a realizá-la em 3 dias, ou quem sabe menos.

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As 48 Horas do Quiriri – parte 1
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A travessia interestadual morro do Araçatuba (PR) – Monte Crista (SC) ainda é pouco conhecida do público montanhista. Comparando-se com outras travessias em montanha no Brasil, percebe-se que ela é uma das mais longas, se não a mais extensa, com cerca de 60 km de trilha. Todas as histórias anteriores relatavam que as equipes levaram 4 ou 5 dias para completar seu percurso. Completar a travessia em tempo recorde foi um desafio que encheu os olhos do Elcio, disposto a realizá-la em 3 dias, ou quem sabe menos.

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Expedição ao Pico Sem Nome – 2
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Avanços – Para ganhar tempo, cheguei a fixar proteções a 20 metros umas das outras, correndo o risco de sofrer sérias quedas de até 50 metros, mas rendendo a escalada antes de uma nova tromba d´água.

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Expedição ao Pico Sem Nome
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Enfurnados nas montanhas em busca de um objetivo incompreensível para muitos, carregando arduamente mochilas com até 45 kg por caminhos perigosos, com hematomas e escoriações por todo o corpo e encarando tempestade de raios a centenas de metros do solo. Saiba como foi o reveillon do casal de montanhistas e documentaristas Márcio Bortolusso e Fernanda Lupo.

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