Lider do quarteto austro-alemão que conquistou a Face Norte do Eiger em 1938, faleceu na Baviera aos 98 anos.
Lider do quarteto austro-alemão que conquistou a Face Norte do Eiger em 1938, faleceu na Baviera aos 98 anos.
Na escalada do Pico X chamei a atenção do grupo para a silueta aguda do Morro do Bico Torto no esporão litorâneo ao sul da Torre da Prata, e no cume do Boa Vista aquela imponente formação rochosa voltou a me seduzir. Tratei de identificá-lo na carta planialtimétrica entre o Morro da Furna e o Morro Alto, numa cumeada paralela a rodovia PR508 (Alexandra-Matinhos) com acesso pelo quilômetro 20, onde nasce uma antiga e abandonada estrada rural rumando para o meio da serra na direção oeste.
A utilização de capacete na escalada em rocha é sem dúvida obrigatória para a boa prática do esporte. No entanto não é isso o que vemos por aí. Em alguns estilo de escalada, ela é quase sempre ignorada. Afinal devemos ou não usar capacete para escalar?
Esta é minha pequena contribuição para comemorar o Dia das Mulheres deste ano, e nossa presença crescente nas montanhas do Brasil e do mundo.
O texto que segue foi tirado do site da Editora Desnivel, traduzi e adaptei ele para a nossa realidade (um pouco diferente da escalada na Europa), por isso a tradução além de não ser literal, contem comentários e conselhos pessoais. Espero que possa ser útil a todos.
Findas as festas do natal de 2013, os amigos seguem para os Andes escalar o Licancabur e o Llullaillaco na distante fronteira Argentino-Chilena sem mim que desta vez escolhi a direção oposta influenciado, pouco é verdade, pelas pressões familiares.
– Se passar mais este fim de ano longe de casa nem precisa voltar!
… mas poderia ser um conceito americano também. O verão no Brasil é uma época em que tarefas simples se tornam quase insuportáveis é muito quente, é muita chuva e não temos pra onde fugir.
Nem sempre o melhor acontece (mesmo com os mais rápidos). A centenas de metros do chão, repentinamente você se acha numa cilada, se vê cercado por nuvens negras que ameaçam cobrir a rocha e anseia descer por causa dos relâmpagos. Infortunadamente não há garantias quando negociamos com perigos como o relâmpago e as tempestades, mas há maneiras de diminuir o potencial desse risco.
Neste texto trago algumas sugestões pra escalar vias grandes (na minha concepção, vias de 300 metros ou mais), já publiquei esse texto em listas de discussão outras vezes em outros anos, mas tem muita gente nova que ainda não leu, e pra quem já leu vale a pena relembrar. Em relação aos outros fiz umas pequenas modificações.
O texto original saiu na Climbing Magazine a muitos anos atrás, traduzi e adaptei o texto de acordo com a nossa realidade e tipo de escalada.
Uma ligeira brincadeira com números que a primeira vista pode parecer inocente, mas há fundamento, acredite, e não é engraçado. Meu retorno ao Parque Nacional do Itatiaia ha muito vinha sendo adiado, por conta de quimioterapia, por conta de uma frente fria invernal oportunista, por conta de agenda que não batia com meu amigo e principal companheiro de montanhas e em especial lá, enfim, diversas razões que invariavelmente impossibilitavam a concretização dos planos. Desta vez tudo deu certo, e não só para nós, para mais amigos. Por que eu deveria deixar um câncer atrapalhar nosso caminho?