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Caçadores de Bromélias
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O Paulo Marinho preferiu fotografar passarinhos em outra freguesia, mas o Moisés Lima aceitou o convite de imediato e no sábado nos encontramos num estacionamento na Av. das Torres. De Ponta Grossa vieram a Berenice e o Shyguek e para minha surpresa lá estavam também o Pedro Hauck com a Camila. Embarcamos todos na Kombi pilotada pelo Sr. João e descemos para Garuva numa bela e quente manhã de sol com céu totalmente limpo. Viaja de Kombi quem não tem pressa nem opção e as 11:30 horas descemos no oleoduto da Petrobrás depois de cruzar o Rio São João.

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Começa a expedição ao Manaslu (8.163 metros)
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Chego em Katmandu durante as monções, a época de chuvas torrenciais que inunda o país de final de maio a setembro e que garante a colheita neste país que depende quase exclusivamente da agricultura de subsistência para alimentar seus quase 30 milhões de habitantes. As ruas estão imundas com lama e lixo, o barulho do trânsito caótico é infernal e a poluição visual é assustadora. Apesar disso caminho pelas ruas feliz.

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Arca sem Noé na Serra da Prata
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O dilúvio começou às 14:00 horas do dia 10 de março de 2011, uma quinta feira, para os habitantes de uma estreita faixa do litoral paranaense. Durante a noite a chuva se intensificou e no dia seguinte as encostas da Serra da Prata vinham abaixo carregando toneladas de lodo, pedras, árvores e tudo o que por azar estava no caminho da enxurrada. Na Estrada da Limeira, início da trilha para a Torre da Prata, Seu Jaime viu o calmo riacho subir até tomar a estrada, o pátio e inundar a casa. Homens e animais ficaram ilhados numa elevação do terreno para mais tarde serem resgatados por helicóptero. Foi um dilúvio sem Noé.

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Elbrus de novo!
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São três horas da madrugada e a neve cai abundantemente. Aliás, dizer que ela cai é errado, já que com o vento forte ela é basicamente horizontal. Estou protegido pela cabine do snow cat, o caminhão com esteiras que está nos levando do abrigo onde dormimos até o início de nossa escalada a 4700 metros, mas meus clientes que estão desprotegidos estão completamente brancos de neve.

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O meu Everest…
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Diz o velho ditado: “Ninguém conhece seu corpo melhor do que você mesmo”. Digo isto pra iniciar este “texto revelação” pois dezembro de 2011 notei diversas alterações no meu corpo que me deixavam desconfortável, e por conta disso resolvi investigar, e então utilizo um outro ditado popular pra ilustrar este diferente relato: “Quem procura, acha!”. Eis o resultado…

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Cerro Plata invernal – “O grande ataque”
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Nos Andes meridionais escalar no inverno é bem diferente do que no verão: o clima é muito mais instável e as temperaturas são consideravelmente mais baixas. Nas semanas que antecederam minha viagem para a Argentina acompanhei a previsão do tempo e, nos dias ruins, que eram bastante frequentes, o vento no cume do cerro Plata chegava a 100 km/h, com sensação térmica de -40o C, enquanto que no Aconcagua o vento era de 120 km/h no cume, com a sensação térmica a incríveis -52o C.

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Chapéu-de-Sol
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Alguns minutos antes havia despertado angustiado de um sonho claustrofóbico onde imaginava ter liberado sonora e redonda flatulência, tão densa que flutuava no dormitório como imensa bolha de sabão que crescia desmesuradamente ao invés de se dispersar. Acuado contra o colchão temia a inevitável explosão de metano e enxofre quando subitamente fui libertado pelo soar do despertador e do nada a expressão tomou conta da mente. “Por fora; bela viola e por dentro; pão bolorento”. Talvez tenha relacionado à história a triste sina do inverno curitibano que de tão úmido apodrece a alma e mofa os pensamentos.

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