Antigamente (mais de vinte anos atrás) quando queríamos fazer uma escalada
bastava perguntar onde ela ficava e o grau. Íamos na fé e na coragem e subíamos
do jeito que dava.
Antigamente (mais de vinte anos atrás) quando queríamos fazer uma escalada
bastava perguntar onde ela ficava e o grau. Íamos na fé e na coragem e subíamos
do jeito que dava.
Sábado tranqüilo no Rio de Janeiro, nada melhor que uma escapadinha para uma escalada de fim de tarde no Corte do Cantagalo (Copacabana) antes de pegar um plantão de 24h.
A exposição de Pedro Hauck sobre as variações climáticas e vegetacionais nos últimos milhares de anos, com base principalmente nos trabalhos de Behling, é sucinta e, na minha opinião, em grande parte correta, embora não transpareça no texto a quantidade de precauções e dúvidas na interpretação dos dados palinológicos colocadas pelo próprio Behling e seus colaboradores em seus artigos. Hermann Behling mostra ter toda a consciência sobre as limitações e incertezas para se interpretar dados obtidos pela análise de alguns cores coletados em pontos bastante distantes entre si no sul e sudeste brasileiros, cores estes feitos em lagos e turfas que funcionaram ao longo dos milênios como locais de depósito e preservação de pólen e outros materiais vegetais e animais oriundos de amplas bacias de captação, com diferentes tipos vegetacionais.
Saímos do acampamento alto, em direção ao cume. Não era a maior das montanhas do mundo, mas estávamos no Andes…
Após 6 dias seguidos de escalada, tive hoje, finalmente, um dia de descanso para a pele das mãos, articulações, ante-braços e por aí vai!
No Sul e Sudeste do Brasil é muito comum a ocorrência de vegetação campestre no topo das montanhas e planaltos mais altos. Este tipo de vegetação, totalmente discordante com a vegetação do entorno (Mata Atlântica e Mata de Araucária) sempre foi alvo de indagações de naturalistas e pesquisadores e só recentemente com o desenvolvimento de técnicas de palinologia foi possível saber com certeza suas origens e testar antigas hipóteses.
Quando se imagina que a aventura havia terminado estando-se na porta de casa, é aí que tudo começa a dar errado.
– Mais adrenalina para se chegar ao cume da montanha mais importante da Serra dos Órgãos
No verão de 2008 decidimos escalar um dos gigantes da terra em estilo alpino. No Gasherbrum II, com pouco mais de 8000m, descobrimos aquilo que buscávamos, uma linha estética que permitia uma ascensão directa, sem a utilização de cordas fixas ou a instalação prévia de campos de altitude, pelo menos iríamos tentar…