Confira as regras para acessar Parques Estaduais no PR

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Os Parques Estaduais reabrirão a partir de 10/03, todavia nesse primeiro final de semana (13 e 14/03) eles não receberão a visita do público. Além disso, o horário de visitação será reduzido das 10h às 17h até o próximo dia 17/03. Entre eles estão o Parque Estadual Pico do Paraná, Parque Estadual do Marumbi e Serra da Baitaca.

Parque Estadual do Pico Paraná visto do Caratuva. Foto: Gustavo Procat.

Somente a partir de 17/03, quarta-feira, a programação dos Parques voltará das 8h às 17h. Todos os visitantes devem acessar as UC pelas entradas principais, e realizar o cadastro de visita nos postos do Instituto Água e Terra (IAT). Também será obrigatório o uso de máscara durante todo o período de permanência no parque bem como evitar aglomerações.

“A prática de esportes coletivos e promoção de eventos nas unidades também estão proibidos nesse momento, assim como acampamentos, fogueiras e comercialização de serviços dentro dos parques”, diz o diretor de Patrimônio Natural do IAT, Rafael Andreguetto.

Quem desobedecer às regras responderá por infração ambiental prevista no decreto federal nº 6.514/08.

O Paraná possui 71 Unidades de Conservação, das quais 29 são abertas à visitação pública. De acordo com a Portaria nº 06/2021, 21 deles poderão voltar a receber visitantes. Entretanto, nesse período de restrições devido a pandemia de Covid-19, os Parques Estaduais poderão receber apenas 50% da capacidade total de visitantes.

O IAT recomenda que o visitante entre em contato com os parques antecipadamente para verificar a disponibilidade de vagas e evitar transtornos.

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Sobre o autor

Maruza Silvério

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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