Confira os resultados do time brasileiro no Pan-americano

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O Pan-americano de escalada de Los Angeles aconteceu entre os dias 25/02 e 02/03 e acabou sem grandes colocações para a Seleção Brasileira. Os primeiros lugares e, consequentemente a vaga olímpica ficaram com Colin Duffy dos Estados Unidos e Alannah Yip do Canadá. Porém, os atletas Brasileiros voltaram para a casa com mais experiência e vontade de melhorar e seguir competindo.

Mesmo sem vaga olímpica, time brasileiro comemora participação no Pan.

O melhor resultado brasileiro foi o de Cesar Grosso que chegou as competições finais e conseguiu o 7º lugar no combinado masculino. Todavia, ele também conseguiu bater o recorde brasileiro de velocidade na competição de escalada speed. Entre os outros atletas da seleção Felipe Ho ficou em 10º lugar, Jean Ouriques na 17º posição e Pedro Nicoloso na 19º colocação.

Cesar Grosso na prova de Boulder.

Grosso comentou em seu instagram sobre o Pan-americano, competição com a qual sonhava participar desde a infância. “Eu não ganhei, não peguei a vaga olímpica (terminei em 7º lugar) mas estou muito satisfeito. Fiz meu recorde pessoal (e brasileiro) na speed com 6”88 e nos boulders e nas vias terminei com aquela clássica sensação de “poderia ter ido melhor”, escreveu o atleta.

Na categoria feminina Thais Makino ficou em 15º lugar seguida por Bianca Castro em  16º. Enquanto isso, a Luana Castro se machucou ainda nas qualificatórias e não pontuou. Já a Hellen Christina ficou em 22º nas pré qualificatórias.

Thais Makino na prova de Lead.

Mesmo com os resultados os atletas comentaram estar felizes com a participação no Pan-americano. “Cometi diversos erros durante a competição, porém aperfeiçoei e acertei vários outros pontos que antes eram fraquezas, o que me deixou muito contente, apesar de ainda querer mais”, publicou Thais Makino.

 

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Sobre o autor

Maruza Silvério

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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