Seleção Brasileira de escalada participa do Pan-americano nos EUA

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A Seleção Brasileira de Escalada esta em Los Angeles participando do Pan-americano. Os jogos começaram nessa ultima terça-feira, 25/02, com a fase pré qualificatória. O evento esta reunindo 48 atletas de nove países diferentes. A competição ocorre em modo combinado de escalada em Velocidade, Boulder e Dificuldade. Assim, o primeiro lugar geral desse campeonato poderá requerer uma vaga nas Olimpíadas de Tokyo. 

Seleção Brasileira de Escalada no Pan-americano 2020 em Los Angeles. Foto: Carol Coelho.

Entretanto, apenas 20 atletas de cada categoria passaram pra a segunda fase, entre eles os brasileiros: Cesar Grosso, Felipe Hoo, Pedro Nicoloso, Jean Ouriques, Thais Makino, Bianca Castro e Luana Riscado. A atleta Hellen Crhistina, mais nova do time brasileiro, terminou em 22º lugar. Todavia, entre os resultado do primeiro dia vale destacar os dois novos recordes na escalada de velocidade brasileira com os 7.05 segundos de Cesar Grosso e os 11.31 segundos de Bianca Castro.

Cesar Grosso na prova de velocidade. Foto: Carol Coelho.

Ontem, 27/02 foi a vez das meninas da seleção brasileira participarem da qualificatória principal e hoje é a vez do time masculino. Assim sendo, amanhã e no domingo acontecerão as finais que serão transmitidas ao vivo pelo site do IFSC (International Federation of Sport Climbing).

A equipe técnica da Associação Brasileira de Escalada Esportiva (ABEE) também está presente no evento acompanhando e apoiando os atletas brasileiros.

 

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Sobre o autor

Maruza Silvério

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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