Novo vídeo: Pedro Hauck comenta o filme a Escalada

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O francês Nadir Dendoune era um ilustre desconhecido para a maior parte do mundo até que sua história virou roteiro de filme. Em 2017, a Netflix lançou um filme chamado, a Escalada, que mostra o desafio de escalar o Everest, a montanha mais alta do mundo, em um tom descontraído misturando aventura com pitadas de comédia.

Por ser baseado em fatos reais, o filme caiu no gosto do público rapidamente e passou a inspirar montanhistas, aventureiros e até mesmo inexperientes a escalar essa montanha. A busca por uma grande aventura aumentou, todavia escalar uma montanha de altitude não é tão simples. Assim, atendendo aos pedidos do público, o colunista Pedro Hauck fez algumas pontuações sobre o que é Real e o que é Ficção no filme a Escalada.

Intencionalmente ou não, o filme coloca em discussão diversos temas polêmicos ligados ao montanhismo. O primeiro deles é o fato de pessoas sem experiência buscarem escalar as montanhas mais famosas mesmo sem nunca ter escalado antes na vida. A motivação para isso pode variar desde a busca pela fama, a auto superação ou mesmo “likes”.

O filme também coloca em destaque a comercialização da montanha e a “everestização”, onde quem tem condições financeiras tem mais facilidade para chegar ao topo do mundo, ao utilizar serviços para facilitar a escalada. Todavia, a história também fala de forma sensível sobre o montanhismo ser um esporte elitista ao mostrar a história de um jovem negro e pobre tendo sucesso nesse meio.

Se você sentiu aquela coceirinha de escalar uma grande montanha após assistir esse filme, separe 20 minutos do seu dia para ver o novo vídeo do canal Alta Montanha no Youtube e confira algumas dicas que o montanhista Pedro Hauck separou.

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Sobre o autor

Maruza Silvério

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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