Novo Vídeo: O Montanhismo dos Incas e a Ascensão ao Llullaillaco

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Escalar uma montanha de altitude não é nada fácil. É necessário preparo físico, experiência, equipamentos de montanha e até um pouquinho de sorte para se chegar aos grandes cumes. Todavia, pouco antes do Brasil ser descoberto por Pedro Álvares Cabral e sua turma, escaladores da civilização Inca já haviam conquistado montanhas de grande altitude nos Andes, entre elas o Llullaillaco.

O episódio dessa semana da série Histórias de Montanha do canal de Youtube do Alta Montanha fala sobre esses exploradores pioneiros.  Em 1953, mesmo ano da conquista do Everest, o montanhista alemão, Hans Ulrich Rudel, realizou sua segunda expedição ao Llullaillaco nos Andes. Assim, durante essa escalada, ele encontrou indícios de passagem humana pelo local, como as ruínas e artefatos religiosos dos Incas a mais de seis mil metros de altitude.

Ruínas incas a 6 mil metros no Llullaillaco

Também em 1953, foi descoberta uma múmia no topo do Cerro Plomo, uma montanha próxima a Santiago. No entanto, não houve interesse na época em estudar com mais afinco sobre esses achados.  Assim, apenas em 1999, uma expedição da Nathional Geografic com um arqueólogo americano retornou ao Llullaillaco para escalar as ruínas Incas e encontrar outras três múmias de crianças em perfeito estado de conservação mais de cinco séculos depois.

Como foram retiradas as criançasdo Llullaillaco – Fonte: AACM

O vídeo o Montanhismo dos Incas e a Ascensão ao Llullaillaco responde algumas questões que você deve estar se fazendo agora. Como essas crianças chegaram ao topo dessas montanhas? Por que elas foram levadas até lá? Quais equipamentos eles utilizavam para enfrentar o frio da montanha?

A história das múmias do Llullaillaco é apenas uma das histórias do montanhismo incaico. Assista o vídeo e conheça mais sobre essa e outras histórias sobre o montanhismo praticado pelos Incas:

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Sobre o autor

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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