Com a proximidade dos jogos olímpicos de Londres, reacende o questionamento sobre como seria a escalada esportiva e a organização do montanhismo se este esporte fosse olímpico.
Com a proximidade dos jogos olímpicos de Londres, reacende o questionamento sobre como seria a escalada esportiva e a organização do montanhismo se este esporte fosse olímpico.
Caminhada de trilhas e rapel não são escalada, esta informação chocante pra uns e óbvia pra outros faz uma grande confusão na mente da população em geral. A escalada é um universo do qual a trilha e o rapel fazem parte, mas onde eles por si só, separados ou juntos não caracterizam uma escalada.
Não foi o manicômio na trilha como previsto, mas chegou (muito) perto.
Nesta Páscoa em meio à toneladas de trabalho no escritório e mais toneladas
de trabalho pra entregar na pós, quase fiquei sem viajar. Nada que muita
xavecada no chefe não resolvesse, mas por pouco não passei o feriadão
em São Paulo com a cara amarrada e chupando dedo. Mas vamos ao que
interessa! Vou pular a viajem de ida, pois não conta como um dia, e sem
muitos detalhes mesmo, nem tirei muita foto nem fiz um tracklog detalhado.
Meu intuito maior aqui era treino.
Mont Blanc, ou Monte Bianco como é conhecido pelos italianos. Comumente conhecido como a montanha da morte. O Mont Blanc mata a cada ano tanta gente que chega a ser difícil documentar, é bem complicado encontrar online um site que determine este é o número total de mortes até hoje. Não encontrei. Esta é uma rápida análise da montanha e seus números assustadores que este ano fizeram o Clube Alpino Suiço repensar sobre segurança no teto dos Alpes.
Uma travessia é coisa fisicamente muito simples, basta iniciar a caminhada em um ponto qualquer do mapa e terminá-la em outro, preferencialmente bem distante do primeiro, mas montanhismo não é um esporte qualquer. Montanhismo é antes de tudo uma filosofia e então as coisas se complicam. Aos que discordam aconselho parar esta leitura e investir suas energias na Corrida de Aventura.
Resumo
No passado mês de Junho a Daniela e eu concluímos um périplo de aberturas que começou nos Alpes, percorreu alguns dos lugares mais bonitos dos Pirinéus e terminou na emblemática parede de granito da Meadinha na serra da Peneda. Decidimos contar a historia em episódios pois o resultado final de três semanas de acção traduziu-se em cinco novas vias, entre algumas outras repetições com características bem diferenciadas entre si, quer ao nível técnico, quer em vivências e emoções. Os dois pontos em comum fundamentais a todas as aventuras: a beleza natural e a tranquilidade dos locais. Este é o primeiro relato da Daniela acerca da nossa pequena e muito particular “Climbing Trip”.
Por que a Alfa Crucis é a maior e a mais difícil travessia do Brasil?
Trocadilho proposital com o filme, mas sem intenções maliciosas, o título do texto visa compartilhar com os companheiros de plantão uma aventura sem perrengue, rápida, sem dificuldade, sem peso, sem litros e litros de água, sem neve, sem nevasca, sem gelo, sem greta, sem congelamentos, sem transporte 4×4, sem grande altitude (baixo até pra solo brasileiro), mas com MUITA beleza. Serra do Capivari, 69kms a norte de Curitiba, Paraná, em julho de 2012. Momento em que dois amigos montanhistas só buscam a beleza da montanha, e não a superação. Boa leitura, bom divertimento.
Montanhista Paulo Henrique Schmidlin, ou simplesmente Vitamina é uma lenda viva do montanhista paranaense. Curador do patrimônio natural do Estado do Paraná, este ex. advogado e grande contador da história relata sua pesquisa sobre as origens do Paraná e a relação desta história com a Serra do Mar.
2012 foi um ano memorável para brasileiro na Patagônia, com diversos cumes e feitos inesquecíveis. Destas escaladas, uma das que serão mais recordadas será certamente a da dupla paranaense Irivan Burda e Marcelo Bonga no Pilar Casaroto do Fitz Roy pela via Mate Porra y todo lo demás.