Caminho de Cora Coralina é integrado ao RedeTrilhas

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O histórico Caminho de Cora Coralina foi integrado na Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso (RedeTrilhas) pelo ministério do Meio Ambiente, nessa terça-feira, 23/03. Essa é a segunda trilha a ser inclusa no programa. Ela possui mais de 300 km e liga Corumbá e a cidade de Goiás.

O caminho é bastante procurado por ciclistas.

Alguns pré-requisitos como garantias de estrutura e segurança nos trajetos são necessários para que o a trilha faça parte do RedeTrilhas. O caminho de Cora Coralina preenche essas exigências com sinalização e pontos de apoio com hospedagens e alimentação nas cidades para os aventureiros.

A trilha passa por oito municípios e ainda pelos Parques Estaduais da Serra dos Pireneus, da Serra de Jaraguá e da Serra Dourada. Ele pode ser feito integralmente através de um trekking de 18 dias ou de bicicleta em cinco dias. Todavia também oferece atrações regionais como caminhadas em trilhas, cavalgadas, cicloturismo, arvorismo, rapel, escalada, tirolesa e boia-cross.

a trilha conta com sinalização em todo o seu percurso o que permite que seja auto guiada com segurança.

Além das aventuras, a trilha também proporciona um contato maior com a história e a cultura do estado de Goiás e termina no Museu Casa de Cora Coralina que conta a história da poetisa goiana que dá nome a trilha. Durante o percurso os ciclistas e trekkers também passam por placas com poesias de Cora.

Ao integrar o RedeTrilhas, o Caminho de Cora Coralina irá receber melhorias na sinalização e infraestrutura para receber mais turistas de forma sustentável enquanto gera empregos e renda e preserva a natureza.

::Leia também: Site reúne informações sobre trilhas de longo curso no Brasil

No momento, devido as restrições dos munícipios para combater o Coronavírus, não é possível realizar essa trilha.

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Sobre o autor

Maruza Silvério

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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