Terça- feira é meu último dia em Kathmandu. Assim, quase tenho um piti quando acordo e observo que as pilhas, que comprara no dia anterior e pusera no carregador de bateria ontem à noite, continuam descarregadas.
Terça- feira é meu último dia em Kathmandu. Assim, quase tenho um piti quando acordo e observo que as pilhas, que comprara no dia anterior e pusera no carregador de bateria ontem à noite, continuam descarregadas.
O final do ano passado havia deixado uma pendência no quesito pernada q devia ser urgentemente sanada. Pelas bandas do planalto mogiano, mais precisamente a região do Alto Sertãozinho, uma serie de trapalhadas e desencontros nos deixara apenas com aquele gostinho amargo de &ldquo,quero mais&ldquo, qto ao acesso mais curto à Cachu da Light. Pois bem, com infos mais precisas e agora num grupo tão animado qto determinado, retornamos lá pra completar o serviço. E ir além, claro. Não só chegamos na Cachu da Light como realizamos um circuito sussa e tranqüilo q contempla também a outra gde e pitoresca queda da região, a Cachu da Pedra Furada.
Depois dum vôo meio angustiado, pensando no caos que minha vida será caso as autoridades de imigração nepalesas barrem minha entrada no país devido restarem apenas 4 meses de validade em meu passaporte em vez dos 6 exigidos pelas leis do país, chego a Kathmandu, após 22 horas de viagem, com uma breve escala de 4 horas em Doha, capital do Qatar.
As gdes montanhas paranaenses não se restringem puramente àquelas inseridas em sua verdejante Serra do Mar, como as do Marumbi e Ibitiraquire. Indo bem pro interior do estado, mais precisamente na região de Sapopema – área de transição entre o Segundo e Terceiro Planalto Paranaense – tb há respeitáveis serras q se erguem às margens do Rio Tibagi. E o Pico Agudo vem a ser o pto culminante da serra homônima, elevando-se a 1224m sobre um enorme chapadão e passível de ser conquistado num dia inteiro, com direito a muito vara-mato e escalaminhada. Um programa puxado q pode ser esticado em dois dias com pernoite de cume, numa região de rara beleza cercada de montanhas, florestas, rios e cachus. Uma montanha encardida com fama de ser tb detentora de mtas cascaveis e jararacas.
Assim como sua vizinha Paranapiacaba, Mogi das Cruzes está repleta de trilhas situadas tanto nas montanhas da Serra do Mar dos arredores como tb nos morros q cercam o perímetro urbano da cidade. Destas elevações destaca-se a Serra de Itapety, por sua vez detentora de belos mirantes como o tradicional Pico do Urubu e a pitoresca Pedra do Lagarto, esta última situada no extremo leste desta serra q se espicha quase q paralela à cidade. De fácil acesso, a Pedra do Lagarto é mais um destes lugares pouco conhecidos ideais prum bate-volta dominical em meio à matas próximas da urbe.
Uma das poucas desvantagens de se embrenhar no mato sozinho é q a atenção esta tão grudada na navegação q muitas vezes a paisagem ao nosso redor passa despercebida e, mtas vezes, pouco apreciada. Foi o q aconteceu na ultima travessia pelo alto Rio Sertãozinho, em Mogi das Cruzes, na qual me privei de conhecer a fundo uma represa pelo qual passara apenas julgando ser mero &ldquo,acampamento de caçadores&ldquo,. Soube depois q o local atende pelo nome de Represa da Light e é detentora de uma bela cachu q nem sequer registrei. Na tentativa de sanar esta desfeita, retornamos ao planalto mogiano em busca de um acesso à dita represa menos demorado q da vez anterior, apenas pra ter mais um bate-volta bem mais perrengoso q o previsto. Com direito a perdidos, atoleiros, tartarugas, jararacas e muitos carrapatos.
É mais q sabido q a nossa Serra do Mar não é nada mais q uma beirada de planalto q despenca em direção ao litoral. No entanto, as últimas explorações sempre giraram em torno deste enorme degrau abrupto serrano e raramente acima dele. Pra sanar isto este fds meti as caras numa travessia selvagem nos arredores de Mogi das Cruzes q percorre um trecho da recém visitada Represa Andes, desce pelas nascentes do alto Rio Sertãozinho e finda na Cachu Furada, onde o rio inicia seu trajeto serra abaixo. Uma pernadinha básica q prova q novos perrenguinhos estão sempre ao alcance de cada um. E sem a necessidade de &ldquo,guia&ldquo, ou GPS algum, o q dá na mesma.
Qdo se fala em Marumbi imediatamente vêem a mente um conjunto de vários picos, dos quais se destacam o Gigante, Pta do Tigre e o Olimpo, em Morretes (PR). Entretanto, o maciço do Marumbi avança planalto adentro revelando vários outras montanhas selvagens nada visitadas em virtude das proibições do Parna homônimo. Contudo, o extremo oeste desta majestosa serra finda em três respeitáveis maciços isentos de qq restrição de acesso. São eles, o Vigia, a Torre Amarela e o Canal, onde é possível realizar uma travessia radical de crista ideal prum domingo de tempo bom. Uma pernada q exige mta escalaminhada, senso de direção, suor e bastante adrenalina, porém recompensada com visus privilegiados tanto de td conjunto do Marumbi como da região q a acolhe.
O Vale do Quilombo é um dos vários rincões selvagens nada visitados q se traduzem em fundos vales cavados por rios de águas cristalinas. Situado em Paranapiacaba e paralelo ao Vale do Rio Mogi, o Quilombo despeja suas águas através dos íngremes e escarpados contrafortes serranos rumo Santos formando inúmeros remansos, cânions, poços gigantescos e cachus. Como descer o rio era pura questão de tempo, resolvemos matar essa desfeita neste ultimo fds apenas pra indicar mais este programa radical de 2 dias q rasga o vale serra abaixo até o tradicional Poço das Moças, vencendo árduos 1180m de desnível, pra depois subi-los novamente até a vila inglesa. Aventura, adrenalina e perrengue garantidos q comprovam q fora dos limites formais de Paranapiacaba existe mta coisa ainda pra explorar.
A região do Tibet, hoje posse chinesa, esta localizada no continente Asiático fazendo fronteiras com a Índia, o Nepal e o Butao.