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RASGANDO A SERRA FINA AO MEIO!!! – P1
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O isolamento, a altitude acentuada, a escassez de água e espaço tornam a Serra Fina uma das travessias + difíceis e emocionantes do Brasil, cujo pto alto é a subida da Pda da Mina, pico culminante da Mantiqueira. Se assim já é difícil, imagine realiza-la no sentido Norte-Sul, transversalmente? Pois foi isso mesmo q fizemos em 5 árduos dias: saímos de Queluz, escalaminhamos o Rio Claro até sua nascente por encostas repletas de mato e pedras escorregadias feito sabão, ate atingir o cume da 4º maior montanha do país, p/ depois descê-la pela crista oposta rumo Bairro do Paiolinho. Radical, selvagem e intensa ao extremo, enfrenta-se paredões verticais íngremes, abre-se c/ facão mata fechada e embrenha-se por mares de capim-de-anta afiados, alem de enfrentar frio e vento cortante c/ temperaturas negativas. Preço justo q se paga p/ fazer parte dos poucos q já conquistaram os 2.798m da Pda da Mina desta forma nada convencional. Td isso emoldurado por montanhas acima dos 2mil metros. Alem de proporcionar novas vistas espetaculares da região + alta do estado, de incontáveis cachus e piscinões de água límpida, esta pernada se caracteriza tb por ser + longa, + difícil,+ bonita. E muito, muito + perigosa.
Fotos José Augusto C.

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TRAVESSIA NA SERRA DO CIPÓ – Parte 2
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Encravado no extremo sul da Serra do Espinhaço, o vilarejo da Lapinha é sempre lembrado por sua travessia + notória, rumo Tabuleiro. No entanto, perpendicularmente à este programa – saturado à exaustão pelo ecoturismo -farofa – há outra caminhada selvagem tão grandiosa q percorre rios e cachoeiras deslumbrantes, campos rupestres e matas de cerrado em direção ao pacato arraial de Fechados, 50km ao norte.

Texto: Jorge Soto
Fotos: Alessandro de Jesus/Luciana Barreiro

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TRAVESSIA NA SERRA DO CIPÓ – Parte 1
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Encravado no extremo sul da Serra do Espinhaço, o vilarejo da Lapinha é sempre lembrado por sua travessia + notória, rumo Tabuleiro. No entanto, perpendicularmente à este programa – saturado à exaustão pelo ecoturismo -farofa – há outra caminhada selvagem tão grandiosa q percorre rios e cachoeiras deslumbrantes, campos rupestres e matas de cerrado em direção ao pacato arraial de Fechados, 50km ao norte.
Texto: Jorge Soto
Fotos: Alessandro de Jesus/Luciana Barreiro

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PERRENGUE NO TREM DA MORTE
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Viajar é admirar e participar intensamente de tudo em volta, o que por si já é gratificante. Mas há outro momento divertido em qualquer viajem é o seu ´depois´, quando a trip é relembrada deliciosamente numa roda de amigos ou num boteco qualquer. E melhor ainda quando ela é recheada de perrengues e causos pitorescos para jogar conversa fora.

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Face Norte do Camapuam
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Enfim, livre da maldição que me acompanhou por quase dez meses, que me impedia de fazer as montanhas que eu quisesse, na data que eu quisesse por conta de atitudes egoístas, me atirei à Serra do Mar.

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Pico Paraná Abaixo de Zero
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Pela primeira vez neste ano, a previsão da chegada de uma forte massa de ar polar parecia se confirmar. Seguramente a temperatura em Curitiba ficaria negativa, e o branco da geada cobriria os gramados dos parques. Por que não apreciar esse espetáculo tão raro para nós brasileiros no alto da serra?

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As Quatro estações do ano na travessia do Lagamar
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Esse aqui é mais um relato, agora da travessia do Complexo Lagamar, localizado na divisa do litoral do SP/PR. Estavam na trip, eu, a Márcia e o Wilinha. Começamos no dia 01 de Maio de 2008 por Paranaguá e terminamos na Praia do Cardoso, na Vila de Marujá no dia 04. O total dessa caminhada chegou a pouco mais de 40 km. Durante essa caminhada pegamos chuva intensa com frio e ventos e nos dois últimos dias um sol muito forte.
Texto e fotos do Augusto – AGSTS

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TRAVESSIA PELO TETO DO CARAÇA
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Jorge Soto retornando a ativa em grande estilo, depois do acidente no Vale da Ilusão, transpõe os picos CANJERANA 1890m e INFICIONADO 2094m no Parque Natural do Caraça – MG – acompanhado pelos amigos Ângelo, Guga, Chiossi, Cleusa e Emilia nos quatro dias do feriadão de Corpus Christi.
Texto de Jorge Soto com fotos de Emilia Takahashy

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